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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Inteligência dos EUA: Irã não está produzindo dispositivos nucleares

O Irã não está tentando construir uma arma nuclear, mas a República Islâmica pode retomar essas atividades se não colher benefícios do Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, em inglês), disse o diretor de inteligência nacional dos EUA, Dan Coats, nesta terça-feira.


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"Continuamos a avaliar que o Irã não está empreendendo atualmente atividades-chaves para o desenvolvimento de armas nucleares que julgamos necessárias para produzir um dispositivo nuclear", disse Coats ao Comitê de Inteligência do Senado dos EUA. "No entanto, as autoridades iranianas ameaçaram publicamente reverter alguns dos compromissos do Plano de Ação Abrangente do Irã — e retomar as atividades nucleares que o JCPOA limita — se o Irã não obtiver os benefícios tangíveis de comércio e investimento que espera do acordo".


Dan Coats, novo Diretor de Inteligência Nacional dos EUA no lobby da Trump Tower, em Nova York (arquivo)
Dan Coats © AFP 2018 / Bryan R. Smith

Protestos contra governo

Para Coats, o Irã provavelmente terá de lidar com mais protestos contra o governo nos próximos meses em resposta às políticas econômicas do país, mas essas manifestações provavelmente permanecerão pequenas e descoordenadas.

"Esperamos mais agitação nos próximos meses, embora os protestos provavelmente continuem descoordenados e sem liderança central ou amplo apoio de grandes grupos étnicos e políticos", disse Coats ao Comitê de Inteligência do Senado dos EUA.

Os protestos provavelmente irromperão novamente devido à incapacidade do presidente Hassan Rouhani de reformar a economia, que continua sobrecarregada pela corrupção, um setor bancário fraco e dificuldade de atrair investimentos estrangeiros, disse a Coats.

Na terça-feira, altos oficiais de segurança nacional dos EUA testemunharam perante o Comitê de Inteligência do Senado dos EUA, nomeando as ameaças mais significativas que os Estados Unidos enfrentam no país e no exterior.

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