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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Irã permanecerá na Síria enquanto lhe pedirem, diz alto funcionário iraniano

Os comentários do secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã apareceram no mesmo dia em que Israel efetuou uma série de ataques contra supostos objetivos iranianos na Síria.


Sputnik

Ali Shamkhani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, disse em uma entrevista, publicada pela agência de notícias Mehr, que Teerã continuaria apoiando a Síria enquanto Damasco precisar de sua ajuda na luta contra o terrorismo.


Cidade síria de Aleppo vista da Cidadela em 11 de dezembro de 2009 (foto de arquivo)
Aleppo, Síria © REUTERS / KHALIL ASHAWI

"Nós rejeitamos a interferência nos assuntos internos de outros países e com certeza nós não permitiremos que alguém intervenha nos nossos assuntos internos. Então, a pedido dos governos do Iraque e da Síria, nós fomos a esses países e combatemos o Daesh e a Frente al-Nusra [grupos terroristas proibidos na Rússia e em vários outros países]", declarou.

O alto responsável sublinhou que, em vez de "exportar o terrorismo à Síria", as nações ocidentais devem deixar o povo sírio decidir seu futuro.

A entrevista de Ali Shamkhani foi publicada no mesmo dia em que Israel anunciou ter realizado o segundo ataque aéreo em dois dias contra supostos alvos iranianos na Síria.

As Forças de Defesa de Israel (IDF, da sigla em inglês) escreveram no Twitter que tinham atacado supostas localizações militares iranianas, inclusive "instalações da [unidade especial do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã] Força Quds, armazéns de armas, principalmente na área do Aeroporto Internacional de Damasco, um centro de inteligência iraniano, um campo de treinamento iraniano" na Síria.

Os ataques aéreos foram realizados como resposta ao lançamento de um míssil do território sírio contra o norte das Colinas de Golã. As IDF afirmaram que o sistema de defesa aérea Iron Dome interceptou o míssil.

Posteriormente, a Rússia declarou que as forças sírias derrubaram mais de 30 mísseis de cruzeiro e bombas guiadas, repelindo o ataque que resultou em 4 militares sírios mortos e 6 feridos.

Israel declarou repetidamente estar preocupado com a alegada presença militar iraniana na Síria, enquanto Teerã sublinhou consistentemente que apenas tem providenciado consultores militares à Síria para a ajudar na luta contra o terrorismo.

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