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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Israel ataca a Síria em campanha militar mais declarada contra o Irã

Israel atacou a Síria no início desta segunda-feira, como parte de sua campanha cada vez mais declarada contra a presença do Irã no país, atingindo Damasco com uma hora de fortes explosões na segunda noite consecutiva de ação militar.


DefesaNet

Damasco não especificou quantas vítimas ou quais danos foram provocados pelo ataque, mas um órgão monitor da guerra disse que 11 pessoas morreram e a Rússia, aliada da Síria, disse que quatro soldados sírios morreram.

Notícias Mundiais 21 de Janeiro de 2019 / às 12:11 / ATRÁS um dia atrás Israel ataca a Síria em campanha militar mais declarada contra o Irã Por Ellen Francis e Ari Rabinovitch 2 Min, DE LEITURA Míssel disparado é visto sobre Damasco 21/01/2019 SANA/Handout via REUTERS

A ameaça de um confronto direto entre os arqui-inimigos Israel e Irã tem há muito pairado sobre a Síria, onde militares iranianos se estabeleceram no início da guerra civil para ajudar o presidente sírio, Bashar al-Assad, a combater rebeldes muçulmanos sunitas que tentavam derrubá-lo do poder. Israel, que vê o Irã como sua maior ameaça, tem repetidamente atacado alvos iranianos na Síria e milícias aliadas, incluindo o libanês Hezbollah.

Mas, com uma eleição se aproximando, e com os Estados Unidos se comprometendo a agir mais contra o Irã, o governo israelense decidiu dar destaque aos ataques que antes preferia manter em silêncio, e também adotou um posicionamento mais rígido contra o Hezbollah na fronteira com o Líbano.

Segundo Israel, um ataque de mísseis no domingo foi responsabilidade do Irã. Em Teerã, o chefe da Força Aérea, o general brigadeiro Aziz Nasirzadeh, disse que o Irã está “totalmente pronto e impaciente para confrontar o regime sionista e eliminá-los da Terra”, segundo site supervisionado pela televisão estatal iraniana.

Assad tem dito que forças iranianas podem permanecer na Síria após anos de vitórias militares que recuperaram a maior parte do país, embora dois grandes enclaves permaneçam controlados por outras forças.

Fonte: Reuters

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