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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Itália procura retomar acordo militar e naval com Brasil

Após prisão de Battisti, Itália oferece aproximação militar com Brasil. Acordo havia sido congelado em 2011, depois de asilo ser concedido pelo País ao italiano condenado


Jamil Chade | O Estado de S.Paulo | DefesaNet

DAVOS - Depois de mudar sua postura em relação a Cesare Battisti, o Brasil recebe uma proposta do governo da Itália para destravar um acordo militar e para que Roma seja o interlocutor de Brasília para conseguir um melhor acesso ao mercado europeu para os produtos exportados pelo País. Nesta quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro esteve reunido com o primeiro-ministro italiano Giuseppe Conte. Durante o encontro, o italiano agradeceu pela colaboração brasileira no caso de Battisti e ofereceu uma aproximação militar.


O presidente da República, Jair Bolsonaro, durante reunião bilateral como o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte Foto: Alan Santos/Presidência da República


Bolsonaro e Conte

De acordo com o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Augusto Heleno, um dos pontos levantados seria o interesse dos italianos pela venda de equipamentos militares ao Brasil, além do setor da construção naval. Um dos projetos seria a construção de uma fragata FREMM, com obras na Itália.

Além do setor militar, Roma ofereceu ao Brasil trabalhar para ser uma espécie de porta-voz dos interesses exportadores nacionais no mercado europeu. “Eles se dispõe a criar um grupo dentro da UE para facilitar o acesso do Brasil ao mercado”, explicou o general.

Em declarações ao Estado, o primeiro-ministro Conte explicou que a meta, a partir de agora, é a de aproximar os dois países. “Foi um encontro muito bom. Conversamos como poderemos ampliar nossa cooperação em diferentes campos, inclusive políticos e militar”, disse.

Em 2011, diante da decisão do governo de Luiz Inácio Lula da Silva de conceder asilo a Battisti, diversos acordos entre Brasil e Itália foram cancelados ou congelados. Naquele anos, parlamentares italianos impediram a aprovação de um acordo de cooperação militar entre os dois países. A medida foi vista como uma retaliação ao Brasil.

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