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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Kremlin: Moscou não teve e não planeja ter nenhum contato com Guaidó

A Rússia não teve e não planeja ter nenhum contato com o chefe da Assembleia Nacional bolivariana, Juan Guaidó, que foi reconhecido por vários países como o presidente interino da Venezuela, declarou a jornalistas o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov.


Sputnik

"Pelo que sei, não há planos em relação a isso", acrescentou Peskov.

Anteriormente, o diretor do Departamento Latino-Americano da chancelaria russa, Aleksandr Schetinin,  em entrevista concedida à Sputnik, anunciou que a Rússia não entrou em contato com Guaidó e não planeja fazê-lo.

O Kremlin de Moscou
Kremlin © Sputnik / Aleksei Druzhinin/Anton Deniso

Em 23 de janeiro, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino da Venezuela. Por sua vez, Maduro reafirmou ser o presidente legítimo do país e chamou Guaidó de "marionete dos EUA".

Os EUA e outros países, inclusive o Brasil, reconheceram Guaidó como presidente interino da Venezuela. A Rússia e uma série de países, tais como China e Turquia, apoiam a permanência de Nicolás Maduro.

Moscou declarou reiteradamente que seu posicionamento sobre o reconhecimento de Nicolás Maduro como presidente legítimo da Venezuela não mudaria, assinalando que a postura dos países ocidentais mostra a forma como eles encaram o direito internacional, a soberania e a não interferência nos assuntos internos dos outros países.


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