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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Kremlin: Moscou não teve e não planeja ter nenhum contato com Guaidó

A Rússia não teve e não planeja ter nenhum contato com o chefe da Assembleia Nacional bolivariana, Juan Guaidó, que foi reconhecido por vários países como o presidente interino da Venezuela, declarou a jornalistas o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov.


Sputnik

"Pelo que sei, não há planos em relação a isso", acrescentou Peskov.

Anteriormente, o diretor do Departamento Latino-Americano da chancelaria russa, Aleksandr Schetinin,  em entrevista concedida à Sputnik, anunciou que a Rússia não entrou em contato com Guaidó e não planeja fazê-lo.

O Kremlin de Moscou
Kremlin © Sputnik / Aleksei Druzhinin/Anton Deniso

Em 23 de janeiro, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino da Venezuela. Por sua vez, Maduro reafirmou ser o presidente legítimo do país e chamou Guaidó de "marionete dos EUA".

Os EUA e outros países, inclusive o Brasil, reconheceram Guaidó como presidente interino da Venezuela. A Rússia e uma série de países, tais como China e Turquia, apoiam a permanência de Nicolás Maduro.

Moscou declarou reiteradamente que seu posicionamento sobre o reconhecimento de Nicolás Maduro como presidente legítimo da Venezuela não mudaria, assinalando que a postura dos países ocidentais mostra a forma como eles encaram o direito internacional, a soberania e a não interferência nos assuntos internos dos outros países.


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