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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Maduro garante que Trump sofrerá derrota maior do que a sofrida no Vietnã

O líder Venezuelano, Nicolás Maduro, alerta os EUA sobre uma derrota mais dura do que a sofrida pelos norte-americanos no Vietnã, em 1975.


Sputnik

A advertência foi realizada na conta pessoal no Twitter do líder venezuelano, ressaltando o desejo dos EUA de transformar a Venezuela em um "Vietnã da América Latina".


Soldados venezuelanos
Militares venezuelanos © REUTERS/ Marco Bell

"Quero enviar uma mensagem ao povo dos EUA para alertá-los sobre a campanha de guerra midiática, comunicacional e psicológica que as mídias internacionais estão realizando, especialmente a mídia dos EUA contra a Venezuela", declarou o presidente venezuelano em um vídeo anexado à publicação.

Além disso, Maduro alertou sobre a existência de "uma campanha para justificar um golpe de Estado na Venezuela, que foi elaborado, financiado e apoiado ativamente pela administração de Donald Trump, como já conhece toda a opinião pública".

Maduro alertou as autoridades dos EUA que, caso o país pretenda intervir na Venezuela, "terão um Vietnã pior do que poderiam imaginar".

"Não permitimos violência! Somos um povo de paz", afirmou Maduro, pedindo pela conscientização e apoio do povo norte-americano para recusar a ingerência do governo norte-americano para que "não haja um novo Vietnã".

Vale ressaltar que durante entrevista concedida à Sputnik nesta quarta-feira (30), Maduro afirmou que Donald Trump deu ordem de matá-lo com a ajuda do governo colombiano.

"Sem dúvida, Donald Trump deu a ordem de me matar e disse ao governo colombiano e às máfias da oligarquia colombiana que me matassem", observou Maduro.

Em 23 de janeiro, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino da Venezuela. Os EUA e uma série de outros países, inclusive o Brasil, reconheceram Guaidó como presidente interino da Venezuela, enquanto que a Rússia e vários outros países, incluindo a China, Cuba, e México, apoiam a permanência de Maduro.

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