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Diretor de Projetos da Marinha do Brasil diz que Programa Tamandaré não será afetado por cortes no orçamento

Convidado para falar a empresários catarinenses durante a reunião do Comitê da Indústria da Defesa (Comdefesa), da Fiesc, o vice-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor de Projetos da Marinha do Brasil, garantiu na manhã desta quinta-feira que o bloqueio de verbas do governo federal não vai afetar o andamento do projeto de construção de quatro navios da Marinha em Itajaí.
Poder Naval

Ele confirmou que o recurso previsto para a empreitada, de R$ 2,5 bilhões, está contingenciado – mas acredita que isso será revertido no segundo semestre. – Esse projeto não tem volta. O Brasil e a Marinha precisam modernizar a frota – afirmou.

A Marinha foi a principal atingida pelo bloqueio de verbas no setor de Defesa, que soma R$ 13 bilhões. O recurso para as corvetas está com a Emgepron, empresa de projetos da Marinha que negocia os termos do contrato com o consórcio Águas Azuis, vencedor da concorrência pública para construção das embarcações.

O grupo tem entre as consorciadas a alemã Thys…

Major-general israelense queria matar presidente sírio, diz mídia

A proposta do comandante militar israelense Aviv Kochavi sobre a derrubada do regime de Assad teria sido rejeitada pelo governo israelense, que preferiu se concentrar em combater a consolidação de Teerã no país e a transferência de armamento avançado para o grupo militar Hezbollah baseado no Líbano.


Sputnik

O major-general Aviv Kochavi, o próximo chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, planejou matar o presidente sírio Bashar Assad por seu apoio ao Hezbollah, segundo o jornal saudita Elaph, comunicou o jornal israelense Jerusalem Post.


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Major-general Aviv Kochavi

Citando um responsável oficial israelense anônimo, Elaph escreveu que, quando era chefe da inteligência militar das Forças de Defesa de Israel, Kovachi se manifestou pela derrubada de Assad, mesmo através do seu assassinato.

Enquanto Kochavi recomendou destruir o regime de Assad que, em sua opinião, poderia trazer calamidades para Israel da parte do Irã e do Hezbollah, o chefe do serviço de inteligência israelense Mossad, Yossi Cohen, "queria um endereço na Síria", ou seja, alguém com quem pudesse comunicar em caso de necessidade, de acordo com o funcionário citado.

Porém, Israel decidiu se concentrar em prevenir a consolidação de Teerã no país alvejando ativos iranianos e do Hezbollah, enquanto "se assegurava que causava danos mínimos ao regime de Damasco", assinalou ele.

Israel tem realizado ataques aéreos contra o território sírio, afirmando ter atacando objetivos militares iranianos e meios de transporte com armamento. Tel Aviv insiste que Teerã transfere armas para o Hezbollah, que depois as usa contra Israel através da República Árabe.

O Irã, por sua vez, negou manter qualquer presença militar na Síria, além dos seus conselheiros militares, requisitados por Damasco. Teerã, bem como o governo sírio, denunciaram por várias vezes os ataques aéreos israelenses.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento xiita libanês Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois de as tropas israelenses lançarem a operação Escudo do Norte, destinada a destruir túneis do Hezbollah usados, segundo os israelenses, para canalizar militantes e armas através da fronteira entre Israel e o Líbano.

Israel considera a presença do Hezbollah no Líbano e na Síria como uma ameaça à sua segurança nacional, já que o movimento é apoiado pelo Irã, que é o principal rival de Israel na região.

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