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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Major-general israelense queria matar presidente sírio, diz mídia

A proposta do comandante militar israelense Aviv Kochavi sobre a derrubada do regime de Assad teria sido rejeitada pelo governo israelense, que preferiu se concentrar em combater a consolidação de Teerã no país e a transferência de armamento avançado para o grupo militar Hezbollah baseado no Líbano.


Sputnik

O major-general Aviv Kochavi, o próximo chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, planejou matar o presidente sírio Bashar Assad por seu apoio ao Hezbollah, segundo o jornal saudita Elaph, comunicou o jornal israelense Jerusalem Post.


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Major-general Aviv Kochavi

Citando um responsável oficial israelense anônimo, Elaph escreveu que, quando era chefe da inteligência militar das Forças de Defesa de Israel, Kovachi se manifestou pela derrubada de Assad, mesmo através do seu assassinato.

Enquanto Kochavi recomendou destruir o regime de Assad que, em sua opinião, poderia trazer calamidades para Israel da parte do Irã e do Hezbollah, o chefe do serviço de inteligência israelense Mossad, Yossi Cohen, "queria um endereço na Síria", ou seja, alguém com quem pudesse comunicar em caso de necessidade, de acordo com o funcionário citado.

Porém, Israel decidiu se concentrar em prevenir a consolidação de Teerã no país alvejando ativos iranianos e do Hezbollah, enquanto "se assegurava que causava danos mínimos ao regime de Damasco", assinalou ele.

Israel tem realizado ataques aéreos contra o território sírio, afirmando ter atacando objetivos militares iranianos e meios de transporte com armamento. Tel Aviv insiste que Teerã transfere armas para o Hezbollah, que depois as usa contra Israel através da República Árabe.

O Irã, por sua vez, negou manter qualquer presença militar na Síria, além dos seus conselheiros militares, requisitados por Damasco. Teerã, bem como o governo sírio, denunciaram por várias vezes os ataques aéreos israelenses.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento xiita libanês Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois de as tropas israelenses lançarem a operação Escudo do Norte, destinada a destruir túneis do Hezbollah usados, segundo os israelenses, para canalizar militantes e armas através da fronteira entre Israel e o Líbano.

Israel considera a presença do Hezbollah no Líbano e na Síria como uma ameaça à sua segurança nacional, já que o movimento é apoiado pelo Irã, que é o principal rival de Israel na região.

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