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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

Marinha dos EUA testou 20 projéteis hipersônicos

O destróier norte-americano USS Dewey lançou 20 projéteis hipersônicos no verão do ano passado no âmbito dos testes de armas de convés, comunicou a edição USNI News, citando um alto funcionário próximo dos testes.


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Segundo a edição, os ensaios foram realizados pela Marinha dos EUA e Departamento de Capacidades Estratégicas do Pentágono no âmbito dos exercícios navais internacionais RIMPAC no verão de 2018. Os testes fizeram parte das investigações para provar que a Marinha dos EUA pode transformar armas de convés, que têm mais de 40 anos, numa arma eficaz e não muito cara contra mísseis de cruzeiro e veículos aéreos não tripulados de maior envergadura.


USS Dewey
USS Dewey © REUTERS / HANDOUT

A edição assinalou que os projéteis hipersônicos foram inicialmente criados para os canhões eletromagnéticos.

A Marinha dos EUA usa uma combinação de mísseis para combater mísseis de cruzeiro, informou a edição. Segundo o funcionário do Centro de Avaliações Estratégicas e Orçamentais, Bryan Clark, tal combinação de mísseis é eficaz, mas bastante cara.

"Se pensarmos nas ameaças com as quais nos podemos deparar no Oriente Médio — mísseis de cruzeiro baratos ou veículos voadores não tripulados de maior envergadura — agora temos um método de combatê-los que não exige mísseis ESSM de dois milhões de dólares ou RAM, de um milhão, já que mesmo os projéteis hipersônicos mais caros custarão de 75 a 100 mil dólares", disse Clark.

Além disso, está sendo avaliada a possibilidade de usar projéteis hipersônicos nas armas de artilharia do Exército e Corpo de Fuzileiros dos EUA e nos contratorpedeiros da classe Zumwalt, segundo a mídia.

Em outubro do ano passado, o vice-secretário de Defesa dos EUA Patrick Shanahan declarou que o país estava ativamente desenvolvendo armas hipersônicas e que estas entrariam em serviço antes do prazo previsto.

Em setembro, o vice-secretário de Defesa dos EUA Michael Griffin anunciou que o Pentágono precisava de mais de 20 bilhões de dólares para desenvolver armas hipersônicas iguais às da China.

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