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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Marinha dos EUA testou 20 projéteis hipersônicos

O destróier norte-americano USS Dewey lançou 20 projéteis hipersônicos no verão do ano passado no âmbito dos testes de armas de convés, comunicou a edição USNI News, citando um alto funcionário próximo dos testes.


Sputnik

Segundo a edição, os ensaios foram realizados pela Marinha dos EUA e Departamento de Capacidades Estratégicas do Pentágono no âmbito dos exercícios navais internacionais RIMPAC no verão de 2018. Os testes fizeram parte das investigações para provar que a Marinha dos EUA pode transformar armas de convés, que têm mais de 40 anos, numa arma eficaz e não muito cara contra mísseis de cruzeiro e veículos aéreos não tripulados de maior envergadura.


USS Dewey
USS Dewey © REUTERS / HANDOUT

A edição assinalou que os projéteis hipersônicos foram inicialmente criados para os canhões eletromagnéticos.

A Marinha dos EUA usa uma combinação de mísseis para combater mísseis de cruzeiro, informou a edição. Segundo o funcionário do Centro de Avaliações Estratégicas e Orçamentais, Bryan Clark, tal combinação de mísseis é eficaz, mas bastante cara.

"Se pensarmos nas ameaças com as quais nos podemos deparar no Oriente Médio — mísseis de cruzeiro baratos ou veículos voadores não tripulados de maior envergadura — agora temos um método de combatê-los que não exige mísseis ESSM de dois milhões de dólares ou RAM, de um milhão, já que mesmo os projéteis hipersônicos mais caros custarão de 75 a 100 mil dólares", disse Clark.

Além disso, está sendo avaliada a possibilidade de usar projéteis hipersônicos nas armas de artilharia do Exército e Corpo de Fuzileiros dos EUA e nos contratorpedeiros da classe Zumwalt, segundo a mídia.

Em outubro do ano passado, o vice-secretário de Defesa dos EUA Patrick Shanahan declarou que o país estava ativamente desenvolvendo armas hipersônicas e que estas entrariam em serviço antes do prazo previsto.

Em setembro, o vice-secretário de Defesa dos EUA Michael Griffin anunciou que o Pentágono precisava de mais de 20 bilhões de dólares para desenvolver armas hipersônicas iguais às da China.

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