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Diretor de Projetos da Marinha do Brasil diz que Programa Tamandaré não será afetado por cortes no orçamento

Convidado para falar a empresários catarinenses durante a reunião do Comitê da Indústria da Defesa (Comdefesa), da Fiesc, o vice-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor de Projetos da Marinha do Brasil, garantiu na manhã desta quinta-feira que o bloqueio de verbas do governo federal não vai afetar o andamento do projeto de construção de quatro navios da Marinha em Itajaí.
Poder Naval

Ele confirmou que o recurso previsto para a empreitada, de R$ 2,5 bilhões, está contingenciado – mas acredita que isso será revertido no segundo semestre. – Esse projeto não tem volta. O Brasil e a Marinha precisam modernizar a frota – afirmou.

A Marinha foi a principal atingida pelo bloqueio de verbas no setor de Defesa, que soma R$ 13 bilhões. O recurso para as corvetas está com a Emgepron, empresa de projetos da Marinha que negocia os termos do contrato com o consórcio Águas Azuis, vencedor da concorrência pública para construção das embarcações.

O grupo tem entre as consorciadas a alemã Thys…

Militar americano chama retirada das tropas dos EUA de 'passo astuto'

A retirada das tropas norte-americanas da Síria é um "passo astuto" para que a Rússia alegadamente brigue com seus aliados nesta região, declarou o aposentado coronel do Exército dos EUA, Douglas MacGregor, em entrevista ao canal Fox News.


Sputnik

Segundo MacGregor, a Rússia há muito mantém relações com a Turquia, o Irã e os rebeldes sírios, e a retirada das tropas dos EUA a obrigará a fazer uma escolha entre esses países.


As forças dos EUA na sede da Unidade de Proteção do Povo Curdo (YPG) perto de Malikiya, na Síria, em 25 de abril de 2017.
Militares norte-americanos na Síria © REUTERS / Rodi Said

"Temos que sair do norte da Síria o mais rápido possível, porque há dezenas de milhares de soldados turcos prontos para atacar os curdos – terroristas que atacaram a Turquia nesta região. Obrigamos o governo sírio a entrar nesta região e agora nos retiramos. A Rússia deverá fazer uma escolha. Se ela permitir a entrada da Turquia na Síria, perderá influência sobre sírios e iranianos", opinou o militar.

O coronel também acrescentou que, ao retirar as tropas da Síria, os EUA "eliminaram o fator que une vários aliados".

"Não há razão para a cooperação entre russos, turcos e iranianos, e isso é bom", disse.

Em 19 de dezembro, Donald Trump declarou a vitória dos EUA contra o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em vários outros países) na Síria, destacando que o grupo terrorista era o único motivo pelo qual as tropas americanas se encontravam no país árabe. Posteriormente, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, afirmou que os Estados Unidos iniciaram a retirada das forças da Síria, observando que isso não significaria "o fim da luta da coalizão internacional liderada pelos EUA contra o Daesh".

Desde 2014, os EUA e seus aliados têm realizado uma operação contra o Daesh no Iraque e na Síria. Os norte-americanos operam sem a permissão das autoridades sírias que consideram essas ações como ocupação. Havia cerca de dois mil militares dos EUA no país que, junto com as Forças Democráticas da Síria, controlavam territórios no leste e no nordeste, ricos em recursos naturais.

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