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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Militar americano chama retirada das tropas dos EUA de 'passo astuto'

A retirada das tropas norte-americanas da Síria é um "passo astuto" para que a Rússia alegadamente brigue com seus aliados nesta região, declarou o aposentado coronel do Exército dos EUA, Douglas MacGregor, em entrevista ao canal Fox News.


Sputnik

Segundo MacGregor, a Rússia há muito mantém relações com a Turquia, o Irã e os rebeldes sírios, e a retirada das tropas dos EUA a obrigará a fazer uma escolha entre esses países.


As forças dos EUA na sede da Unidade de Proteção do Povo Curdo (YPG) perto de Malikiya, na Síria, em 25 de abril de 2017.
Militares norte-americanos na Síria © REUTERS / Rodi Said

"Temos que sair do norte da Síria o mais rápido possível, porque há dezenas de milhares de soldados turcos prontos para atacar os curdos – terroristas que atacaram a Turquia nesta região. Obrigamos o governo sírio a entrar nesta região e agora nos retiramos. A Rússia deverá fazer uma escolha. Se ela permitir a entrada da Turquia na Síria, perderá influência sobre sírios e iranianos", opinou o militar.

O coronel também acrescentou que, ao retirar as tropas da Síria, os EUA "eliminaram o fator que une vários aliados".

"Não há razão para a cooperação entre russos, turcos e iranianos, e isso é bom", disse.

Em 19 de dezembro, Donald Trump declarou a vitória dos EUA contra o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em vários outros países) na Síria, destacando que o grupo terrorista era o único motivo pelo qual as tropas americanas se encontravam no país árabe. Posteriormente, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, afirmou que os Estados Unidos iniciaram a retirada das forças da Síria, observando que isso não significaria "o fim da luta da coalizão internacional liderada pelos EUA contra o Daesh".

Desde 2014, os EUA e seus aliados têm realizado uma operação contra o Daesh no Iraque e na Síria. Os norte-americanos operam sem a permissão das autoridades sírias que consideram essas ações como ocupação. Havia cerca de dois mil militares dos EUA no país que, junto com as Forças Democráticas da Síria, controlavam territórios no leste e no nordeste, ricos em recursos naturais.

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