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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Ministério da Defesa venezuelano acusa de traição adido militar que reconhece Guaidó

O Ministério da Defesa venezuelano qualificou como "um ato de traição e covardia" a declaração do adido militar na embaixada venezuelana em Washington, coronel José Luis Silva, que não reconhece Nicolás Maduro como presidente da Venezuela.


Sputnik

"Subordinar-se aos interesses internacionais é um ato de traição e covardia com a Pátria herdada pelo nosso Libertador Simón Bolívar, por isso, repudiamos as declarações do coronel José Luis Silva Silva, que desempenhava o cargo de adido militar nos EUA", publicou a entidade na sua conta no Twitter.


Nicolás Maduro, presidente da Venezuela
© REUTERS / Miraflores Palace

Em 26 de janeiro, Silva declarou em entrevista ao diário El Nuevo Herald que não reconhece Nicolás Maduro como presidente da Venezuela e expressou seu apoio ao presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, que se proclamou presidente encarregado do país e apelou aos outros para seguirem seu exemplo.

Em 23 de janeiro, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se autoproclamou presidente interino da Venezuela. Os EUA e uma série de outros países, inclusive o Brasil, reconheceram Guaidó como presidente da Venezuela. O atual líder venezuelano, Nicolás Maduro, afirma ser o chefe de Estado constitucional e apelidou Guiadó de "marionete dos EUA".

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