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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Ministra não exclui implantação de base militar russa na República Centro-Africana

Interrogada pela Sputnik, a ministra centro-africana da Defesa falou sobre a atividade do centro de formação militar de Bérengo, permanecendo evasiva quanto às perspectivas de criação de uma base russa no país, afirmando que o acordo "deve evoluir".


Sputnik

Em agosto de 2018, a Rússia e a República Centro-Africana assinaram um acordo intergovernamental de cooperação militar, na sequência do qual foi estabelecido um centro de formação em Bérengo, onde os soldados são treinados por instrutores russos a manusear armas e a dominar técnicas de combate.


Situação na República Centro-Africana (arquivo)
© AP Photo / Jerome Delay

Marie-Noëlle Koyara, a ministra da Defesa da República Centro-Africana, qualificou como "especulações" os rumores segundo os quais o centro de instrução de Bérengo tem funcionado como uma base militar russa, explicando que os instrutores russos que lá estão ajudam a treinar soldados centro-africanos.

"Quando estabelecemos Bérengo como centro de formação para os nossos militares, as pessoas já começaram a dizer que vamos fazer de Bérengo uma base militar russa. Tudo isso são especulações. As pessoas dizem, mas nós trabalhamos na base de nosso acordo e não na base de especulações", disse ela em entrevista para a Sputnik.

"Por enquanto, não tivemos que negociar isso ainda. Tudo será feito no quadro do acordo militar que assinamos. Este acordo militar é a base de todas as nossas iniciativas… aqui há coisas que devem ser feitas, mas haverá discussões entre o comandante supremo do exército que é o presidente da República com o seu homólogo… E os ministros vão implementar", indicou.

A ministra também destacou que este acordo deve "evoluir", se abstendo de comentar os detalhes do que ainda não foi iniciado no quadro deste acordo.

A situação na República Centro-Africana se agravou no início de dezembro de 2013, quando em Bangui começaram confrontos entre militantes do grupo islâmico Seleka e combatentes cristãos. Segundo a ONU, no final de julho de 2018, até um milhão de pessoas haviam sido forçadas a deixar suas casas e cerca de seis mil foram mortas.

Em agosto do ano passado, em Cartum, capital do Sudão, foi realizada uma reunião entre os maiores grupos armados da República Centro-Africana, Anti-Balaka e Seleka, onde foi decidida a criação da União Centro-Africana, uma plataforma conjunta para consultas e ações para o alcance da paz no país. A declaração também apela às autoridades do país para começarem a trabalhar na reconciliação, com a assistência da Rússia, da União Europeia, das organizações regionais e internacionais.

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