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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

'Na situação atual, é impossível imaginar que EUA deixem Síria', diz vice-chanceler russo

Na situação atual, é impossível imaginar que os EUA deixem completamente a Síria, afirmou o vice-ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Ryabkov, nesta quarta-feira (9).


Sputnik

De acordo com Ryabkov, em Washington são bastante fortes as posições dos que consideram necessário manter a presença militar dos EUA na Síria, presença que, conforme disse, é ilegal e contrária às regras do direito internacional.


Soldados dos EUA atuando na Síria
Militares dos EUA na Síria © @FuriousKurd

"Na situação atual de corrida desenfreada de Washington pelo domínio no mundo, em que os EUA fazem por estar presentes em todo o lado e resolver as questões apenas de acordo com as suas condições, custa a imaginar que, de repente, deixem a Síria completamente e incontestavelmente do ponto de vista militar. Não consigo imaginar tal situação", acrescentou o diplomata.

Os contatos entre a Rússia e os EUA quanto à Síria continuam, mesmo não sendo anunciados, não há pausas prolongadas, disse Ryabkov.

"Os contatos sobre os diferentes aspetos da questão síria não cessam. Não vejo nada de extraordinário, sensacional ou especial nisso. Esses contatos nem sempre são anunciados. Se a informação sobre eles vier a público, atrairão atenção adicional. São realizados contatos sobre diversos temas. Haverá contatos sobre outros temas proximamente", comentou Sergei Ryabkov.

Além disso, segundo o diplomata, a Rússia gostaria de recomeçar proximamente um diálogo substancial com os EUA quanto ao controle de armas. Moscou já está trabalhando no tema e acredita que "também nesta área algo possa dar certo" mas, por enquanto, não pode anunciar qualquer calendário ou passos acordados. Moscou apela aos EUA para ponderarem a situação e estarem prontos para o diálogo sobre os mísseis, assinalou.

Em dezembro de 2018, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a vitória sobre o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) na Síria, assinalando que esse era o único motivo de permanência das tropas norte-americanas na República Árabe. A secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, afirmou que os EUA iniciaram a retirada das tropas americanas da Síria. Entretanto, segundo ela, a coalizão internacional liderada por Washington continuará existindo.

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