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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Netanyahu: Hezbollah tem boas razões para temer a 'força de ataque mortal' de Israel

As recentes ameaças expressas pelo líder do movimento libanês Hezbollah, Hassan Nasrallah, foram desvalorizadas pelo premiê israelense Benjamin Netanyahu, ao dizer que agora o grupo tem boas razões para temer a "força de ataque mortal" do Estado judeu.


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O primeiro-ministro de Israel respondeu à declaração de Nasrullah de 26 de janeiro a uma emissora libanesa, onde este afirma que o Hezbollah e os aliados poderiam responder ao bombardeio israelense da Síria.


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Benjamin Netanyahu | Reprodução

"Nasrallah quebrou o silêncio ontem. Ele está agora em grande perturbação por três razões", disse Netanyahu no domingo (27) durante um debate.

Segundo Netanyahu, a primeira das razões é a recente destruição pelos israelenses dos túneis subterrâneos que o Hezbollah estava construindo para lançar grupos de sabotagem no Estado judeu, enquanto a segunda é a dificuldade financeira devido à restauração das sanções dos EUA contra o Irã, que patrocina o Hezbollah.

"Em terceiro lugar, Nasrallah está frustrado com a nossa determinação. O Hezbollah é confrontado com a força de ataque mortal das Forças de Defesa de Israel [IDF]. Acreditem em mim: Nasrallah tem boas razões para não querer sentir o poder da nossa força", disse o premiê de Israel.

Nos últimos dias Israel realizou três ataques aéreos contra alegados alvos iranianos na Síria, resultando na morte de ao menos quatro militares sírios e vários feridos.

O movimento xiita libanês sob o patrocínio iraniano foi descrito por Israel como o seu inimigo mais perigoso no Norte, apesar de, nos últimos anos, ter enviado uma parte significativa das suas forças paramilitares para a Síria em apoio ao presidente Bashar Al-Assad.

A última vez que Israel combateu contra o Hezbollah foi em 2006, e, desde o fim do conflito, as partes envolvidas têm no geral respeitado uma trégua na fronteira libanesa com Israel, mas os israelenses admitiram ter bombardeado repetidamente caravanas carregando armas que o Irã tem alegadamente tentado contrabandear através da Síria.

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