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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Netanyahu: Israel reconhece Guaidó como novo líder da Venezuela

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que reconhece o chefe do parlamento Juan Guaidó como novo líder da Venezuela.


Sputnik

"Israel se junta aos Estados Unidos, Canadá, à maior parte dos países da América Latina e à Europa no reconhecimento da nova liderança da Venezuela", disse o chefe do governo em uma mensagem em vídeo.


Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na reunião semanal de gabinete em Jerusalém, 16 de setembro de 2018
Benjamin Netanyahu © AP Photo / Sebastian Scheiner

Na quarta-feira (23), começaram os protestos em massa contra o atual presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em Caracas. No mesmo dia, o chefe do parlamento do país, Juan Guaidó, se autoproclamou chefe de Estado interino durante a vigência de um governo provisório.

Os EUA e vários outros países declararam o reconhecimento de Guaidó e exigiram que o presidente venezuelano Maduro, cuja eleição consideram ilegal, não permita ações violentas contra a oposição.

A Rússia apoiou Maduro como o legítimo presidente da Venezuela e demonstrou sua disposição de se tornar mediadora no estabelecimento de relações entre as autoridades e a oposição na Venezuela, se tais esforços forem considerados necessários.

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