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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

NI: com 100 ogivas nucleares até 2020, Coreia do Norte poderia fazer mundo refém

A revista americana The National Interest afirma que até o ano de 2020 a Coreia do Norte poderia possuir até 100 ogivas nucleares, segundo o relatório do think tank RAND, fortemente ligado aos militares dos EUA.


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"Provocações e ameaças norte-coreanas criaram um ambiente instável na península coreana", explica o relatório. "O desenvolvimento contínuo de armas nucleares e mísseis balísticos pela Coreia do Norte aumenta a possibilidade de seu uso contra os Estados regionais, aumentando a instabilidade em toda a região e para além dela, afetando assim interesses vitais dos EUA."


Lançamento do míssil balístico intercontinental norte-coreano Hwasong-15
Lançamento do Hwangsong-15 © AP Photo / KCNA

O documento alerta que "o crescente arsenal da Coreia do Norte proporcionará ao seu regime múltiplas opções para empregar suas armas nucleares".

Pyongyang possui mais de 650 mísseis balísticos de curto e médio alcance capazes de atingir cidades da Coreia do Sul, Japão e leste da China que colocariam em risco bases militares e centros populacionais no nordeste da Ásia. Caso sejam desenvolvidos mísseis de longo alcance, estes poderiam atingir até mesmo Guam, Havaí, Alasca e noroeste continental dos EUA, escreve a edição.

Com um arsenal de até 100 ogivas nucleares e uma ampla gama de foguetes, o país asiático poderia seguir uma estratégia de guerra nuclear que poderia realmente funcionar, explica a publicação do RAND.

"A Coreia do Norte poderia fazer explodir uma ou mais no início de um conflito como advertência, enquanto reservaria uma salva de 20 a 60 armas para atacar alvos militares como concentrações de tropas, bases aéreas e portos marítimos […] Isso deixaria o suficiente para uma salva final de 30 a 40 armas para ameaçar lançar ataques contra cidades na Coreia do Sul, Japão, China, Rússia e — se eles desenvolverem os meios portadores — alvos nos Estados Unidos."

Caso Gangnam, um importante bairro da capital sul-coreana Seul, fosse atingido com uma bomba nuclear de 100 quilotons, isso poderia ocasionar a morte de 400 mil pessoas e mais um milhão de feridos. "As consequências de um único ataque nuclear da Coreia do Norte a Gangnam seriam severas", cita a publicação.

Seul fica a apenas 55 quilômetros da zona desmilitarizada entre a RPDC e a República da Coreia, a sul. Qualquer número de mísseis existentes poderia transportar uma ogiva nuclear até um alvo tão próximo.

O míssil norte-coreano de maior alcance operacional, o Musudan, pode percorrer mais de 3 mil quilômetros e atingir o Japão, China e Rússia. Enquanto a série de mísseis Hwasong, que Pyongyang está desenvolvendo, pode alcançar alvos a 10 mil quilômetros e ameaçar o território continental dos EUA.

A recomendação do relatório sugere uma resposta abrangente à ameaça norte-coreana através de "medidas para reduzir os riscos do programa nuclear do Norte", além de planos diplomáticos multilaterais para deter o progresso nuclear de Pyongyang.

Em junho de 2018, em Singapura, ocorreu uma reunião entre os líderes dos EUA e da Coreia do Norte, Donald Trump e Kim Jong-un, respectivamente, que não resultou em nenhum progresso significativo em relação ao desarmamento, segundo o autor do artigo.

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