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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Nos EUA, alunos de Colégios Militares do Brasil participam de Simulação da ONU

No dia 19 de janeiro,13 alunos do Sistema Colégio Militar do Brasil (SCMB) embarcaram para os Estados Unidos da América (EUA) para participarem de mais uma edição do Harvard Model United Nations (HMUN), uma simulação da Organização das Nações Unidas (ONU).


DefesaNet

O evento principal será realizado em Boston, de 24 a 27 de janeiro, mas a delegação brasileira também visitará a sede da ONU, localizada na cidade de Nova Iorque.

Crédito: Sd Lucas e Ten Caldas

Participarão, ainda, cerca de 200 estudantes da Universidade de Harvard e mais de três mil alunos de todo o mundo, em um grande desafio da diplomacia internacional como representantes da ONU e de outros decisores.

Para a aluna Júlia Beltrão, do 3º ano do Colégio Militar de Porto Alegre, é uma ótima oportunidade para quem sonha em cursar Relações Internacionais: “o mundo da diplomacia me encanta e esta é uma oportunidade que só o Sistema Colégio Militar do Brasil nos oferece. Estou muito honrada por participar e espero poder compartilhar com meus colegas todo o aprendizado que eu tiver. Estou cheia de expectativas, foram muitos meses de estudo e preparação. Li muitas notícias internacionais e espero fazer uma boa participação no comitê. Vejo como uma oportunidade muito enriquecedora”.

Para o Coronel R1 Marco Antônio Souto de Araújo, da Diretoria de Educação Preparatória e Assistencial, “a simulação internacional em Harvard, Boston, é o auge da viagem, quando os alunos terão contato com estudantes de outros 50 países.

Os participantes também terão a oportunidade de conhecer o escritório da ONU em Nova Iorque. Os estudantes são lideranças dentro de seus colégios e a proposta é que eles tenham a oportunidade de fortalecer as simulações que desenvolvemos no Desafio Global do Conhecimento.

Nossos colégios poderão melhorar as nossas simulações internas. Esse é um trabalho que começa cedo, os alunos recebem temas para estudar, são divididos em comitês e serão representantes de países e a participação dos nossos alunos é sempre positiva”.

Para o aluno do 3º ano do Colégio Militar de Curitiba Quincas Carneiro Silva, “participar do HMUN é uma experiência incrível! O contato com pessoas de culturas diferentes, de outros países e outros continentes, e o aprendizado de como proceder são pontos principais da viagem. São diferenciais enormes que o Sistema Colégio Militar oferece para a gente”.

Os alunos representam os 12 Colégios Militares do Brasil que possuem o Ensino Médio. Foram escolhidos durante o 3º Desafio Global do Conhecimento, evento nacional que aconteceu no segundo semestre de 2018, na Capital Federal. O HMUN contribui para que os alunos do sistema exercitem as relações diplomáticas, a oratória e as relações interpessoais.

Fonte: Agência Verde Oliva

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