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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Novo radar chinês seria capaz de monitorar um território de mais de 3 milhões de km²

China está desenvolvendo um radar “compacto” para frota de porta-aviões da Marinha.


Sputnik

Segundo o jornal South China Morning Post, o radar permitirá que o país mantenha uma vigilância constante em uma área de mais de 3 milhões de km².


Radar (imagem referencial)
© Sputnik / Sergey Pyatakov

Além disso, ele permitirá a detecção de ameaças provenientes de embarcações, aeronaves e mísseis inimigos de uma forma mais rápida e eficiente do que as atuais tecnologias.

O programa chinês de radares mais além do horizonte (OTH, em inglês) se tornou de conhecimento público após o cientista líder do projeto e professor do Instituto de Tecnologia Harbin, Liu Yongtan, receber o prêmio científico mais importante da China, diretamente das mãos do presidente chinês, Xi Jinping.

Radares OTH elevaram consideravelmente a área de monitoramento, afirmou Liu, ressaltando que, no entanto, grande parte do território marítimo não pode ser monitorada por dispositivos semelhantes.

"Utilizando tecnologias tradicionais, nosso monitoramento e vigilância poderiam cobrir apenas 20% do nosso território marítimo. Com o novo sistema, podemos cobrir toda a área", declarou Liu ao South China Morning Post.

Os radares OTH baseados em terra foram desenvolvidos pelos EUA e pela União Soviética durante a Guerra Fria, no entanto, muitos deles foram fechados ou suspensos devido a vulnerabilidades.

Devido à grande quantidade de energia necessária e à necessidade de serem instalados em territórios planos e abertos, estes sistemas são vulneráveis a ataques. No entanto, o novo sistema OTH pode estar baseado em navios, segundo um membro anônimo do projeto.

Dessa maneira, o radar flutuante elevaria as capacidades de compilação de informação da Marinha chinesa em áreas críticas, como é o caso do mar do Sul da China e dos oceanos Índico e Pacífico.

Contudo, para integrar a tecnologia em embarcações, os cientistas deverão superar uma série de desafios, sendo eles, o ajuste da frequência do radar, a despolarização e a direção para se adaptar à distância da zona objetiva e condições na ionosfera.

Além disso, as embarcações receptoras também precisarão de dispositivos complexos para compensar o movimento causado pelo mar.

Vale ressaltar que, a China não é o único país que está desenvolvendo a tecnologia OTH de radares, pois a empresa americana Raytheon recebeu uma patente em 2016 para o desenvolvimento de um sistema similar, que possui um alcance de detecção de mais de 1.000 km e pode cobrir uma área de mais de 3,4 milhões de km².

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