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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

ONU documenta 50 valas comuns por conflitos étnicos no RD do Congo

O Escritório Conjunto das Nações Unidas para os Direitos Humanos (BCNUDH) disse que documentou 50 valas comuns no oeste da República Democrática do Congo (RDC), onde confrontos entre membros de etnias rivais em dezembro deixaram pelo menos 890 mortos desde dezembro.


EFE

Kinshasa - "Encontramos pelo menos 50 valas comuns, assim como covas individuais nesse espaço", explicou neste domingo à Agência Efe o diretor do BCNUDH, Abdoul Aziz Tshioye.


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As fossas não se encontram só na cidade de Yumbi, considerada o epicentro da violência, mas também nas comunidades próximas de Banunu e Batende, todas elas situadas na província de Mai Ndombé, segundo o diretor deste órgão da ONU.

Os confrontos começaram em 16 de dezembro nesta cidade, após a morte em Kinshasa de um chefe tradicional da etnia Banunu, cujo corpo, devolvido a Yumbi, foi enterrado junto ao túmulo de seu pai.

Os membros da etnia Batende protestaram com o argumento de que não ele deveria ser sepultado em suas terras, o que deu início a uma disputa na noite de 15 de dezembro, segundo explicou então à Efe o governador da província de Mai-Ndombe, Gentiny Ngobila.

Segundo o Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) disse em meados de janeiro, o número de mortos só nesses dias seria de pelo menos 890.

A situação, segundo afirmou hoje o diretor da BCNUDH, ainda é preocupante na região, já que a população que então fugiu (cerca de 16 mil pessoas que se refugiaram na República do Congo) ainda não conseguiu voltar.

"Há ainda um sério problema de confiança por parte da população, que se encontra atualmente refugiada no Congo e que espera que a situação se normalize antes de voltar", disse Tshioye, que falou de "pequenos movimentos de ida e volta" para saber como estão as coisas.

Por trás desta última onda de violência há um conflito mais profundo entre ambos os grupos étnicos, que costuma explodir em época de eleições.

Nas eleições do passado 30 de dezembro, a maioria dos membros da comunidade dos Batende estavam a favor da governista Frente Comum pelo Congo (FCC), enquanto muitos integrantes dos Banunu apoiavam a coalizão Lamuka, liderada pelo opositor Martin Fayulu.

De fato, a Comissão Eleitoral da RDC decidiu em 26 de dezembro, apenas quatro dias antes das eleições gerais, adiar para uma data ainda não definida em março a votação nesta circunscrição devido à violência, assim como em outras duas do nordeste - Beni e Butembo -, afetadas pelo surto de ebola.

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