Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Pânico em Washington: Trump ameaça abandonar OTAN?

Durante o seu mandato, o presidente dos EUA Donald Trump criticou por mais de uma vez os membros da OTAN por não cumprirem suas obrigações e insistiu para que eles elevem seus gastos militares, ameaçando abandonar a Aliança, escreveu o jornal The New York Times.


Sputnik

Segundo o jornal, durante 2018 o líder norte-americano se manifestou várias vezes pela saída da OTAN. Fontes anônimas próximas ao governo dos EUA afirmaram que o setor político não acreditava que Trump estivesse decidido. No entanto, reconheceram que o presidente pode regressar a essa ideia se os membros da Aliança não aumentarem suas contribuições.


Presidente dos EUA Donald Trump durante a cúpula da OTAN em Bruxelas
Donald Trump © Sputnik / Aleksei Vitvitsky

Donald Trump declarou que não vê sentido na existência da OTAN, qualificando-a como uma "carga enorme" para Washington, de acordo com as fontes do jornal.

Ao mesmo tempo, altos funcionários dos EUA, inclusive o secretário da Defesa, James Mattis, e o conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, rejeitaram comentar uma possível saída dos EUA da OTAN, o que, segundo The New York Times, poderia "enfraquecer a influência estadunidense na Europa e animar a Rússia por décadas".

"Isso arruinaria os resultados do trabalho exaustivo de mais de 70 anos […] destinado a criar uma aliança, possivelmente a mais poderosa e benéfica da história", declarou a ex-subsecretária da Defesa Michele Flournoy, acrescentando que isso seria o melhor resultado que Putin poderia imaginar.

O ex-comandante da OTAN, almirante James Stavridis, afirmou que a decisão dos EUA de abandonar a organização seria um "erro geopolítico de proporções épicas" e o "presente do século para Putin".

Quanto aos altos funcionários em função na Casa Branca, eles evitam fazer declarações categóricas sobre uma possível saída da OTAN, comentando apenas a grande dedicação dos EUA à organização.

Donald Trump nunca fez declarações oficiais sobre a saída da OTAN, contudo, as relações entre os EUA e os membros europeus da Aliança vivem grandes tensões. Os aliados da Aliança "que se sentem ameaçados pela Rússia já têm muitas dúvidas se Trump ordenaria às suas tropas para acorrerem em seu auxílio", segundo o jornal.

O líder dos EUA insistiu repetidamente que os países da OTAN devem destinar 2% do PIB para os gastos de defesa. Segundo as avaliações do bloco militar, dos 29 países membros apenas 11 elevaram seus gastos militares até 2%. Durante a cúpula da Aliança em julho, Trump propôs que as contribuições chegassem 4%.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas