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EUA vão suspender Tratado INF se Rússia não cumprir acordo, diz vice-secretário de Estado

Os EUA vão suspender suas obrigações no Tratado INF, que trata a respeito armas nucleares de médio alcance, no dia 2 de fevereiro se a Rússia não apresentar provas de que está cumprindo o acordo, disse o vice-secretário de Estado.
Sputnik

Em outubro, o presidente dos EUA anunciou que seu país abandonaria o Tratado INF, assinado pelos Estados Unidos e pela União Soviética em 1987.


Trump argumentou que Moscou estava desenvolvendo mísseis que violam esse pacto.

Em 4 de dezembro, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que Washington suspenderia sua adesão ao INF no prazo de 60 dias se a Rússia não voltasse a cumprir suas obrigações.

No entanto, a Rússia nega categoricamente todas as acusações. O líder russo, Vladimir Putin, declarou que Moscou se opõe à violação do Tratado INF, mas responderá se isso acontecer.

Pescadores relatam assaltos frequentes na Baía de Guanabara

Segundo relatos, bandidos são como 'piratas'. Eles costumam levar motores dos barcos, peixes nobres, além de dinheiro e celulares dos pescadores.


Por Bom Dia Rio

Pescadores que frequentam a Baía de Guanabara relataram que estão sendo surpreendidos por assaltantes em barcos.

Resultado de imagem para Bandidos assaltam pescadores na Baía de Guanabara

Um dos casos ocorreu na última sexta-feira (11), como mostrou o Bom Dia Rio desta segunda-feira (14). Um pescador afirmou que estava perto da Ponte Rio-Niterói quando bandidos chegaram em um barco de alumínio e roubaram o material de pesca e a carteira.

A Associação de Homens e Mulheres do Mar da Baía de Guanabara disse que os assaltos na baía estão acontecendo com frequência. Segundo a associação, a situação é pior na região perto das comunidades Itaoca, em São Gonçalo, na Região Metropolitana, e Ana Clara, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Segundo os relatos, os bandidos são como “piratas” que roubam os pescadores que ficam pela Baía de Guanabara. Eles levam os motores dos barcos para serem revendidos no mercado clandestino, peixes nobres, além de dinheiro e celulares dos pescadores.

A associação afirma ainda que pediu ao Ministério Público e Capitania dos Portos para reforçar a segurança na região de pesca do Rio de Janeiro.

A Marinha informou que já fez contato com os órgãos de segurança e que também colocou à disposição infraestrutura para poder fazer buscas pelos bandidos.


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