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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Polônia prende chinês funcionário da Huawei por acusações de espionagem

Um cidadão polonês também foi preso no caso. Caso agrava controvérsias sobre empresa chinesa. Em dezembro, autoridades canadenses prenderam uma importante executiva da Huawei a pedido de autoridades dos Estados Unidos.


Reuters

A Polônia prendeu um funcionário chinês da companhia Huawei e um especialista em negócios cibernéticos polonês, afirmou nesta sexta-feira (11) a imprensa local. As prisões agravam a controvérsia sobre críticas ocidentais à fabricante chinesa de equipamentos de telecomunicações.

Funcionário da gigante de tecnologia chinesa Huawei foi preso na Polônia. — Foto: REUTERS/Aly Song
Funcionário da gigante de tecnologia chinesa Huawei foi preso na Polônia. — Foto: REUTERS/Aly Song

De acordo com a emissora polonesa TVP, os serviços de segurança realizaram buscas em escritórios da Huawei e da empresa de telecomunicação polonesa Orange Polska.

Em dezembro, autoridades canadenses prenderam uma importante executiva da Huawei, Meng Wanzhou, a pedido de autoridades dos Estados Unidos como parte de uma investigação sobre supostas violações de sanções comerciais norte-americanas.

Autoridades de inteligência dos EUA alegam que a Huawei é ligada ao governo chinês e que seus equipamentos podem conter “portas clandestinas” para o uso de espiões do governo. Nenhuma evidência foi divulgada publicamente e a companhia tem repetidamente negado as acusações.

“O cidadão chinês é um empresário trabalhando em uma grande companhia de eletrônicos. E o polonês é uma pessoa conhecida em círculos associados com o negócio cibernético”, disse Maciej Wasik, vice-chefe dos serviços especiais da Polônia, segundo a agência estatal de notícias PAP.

Os dois permanecerão presos por três meses, disse a agência, citando o porta-voz do chefe dos serviços especiais poloneses.

A TVP disse que o cidadão polonês é ex-agente de uma agência interna de segurança. A agência não respondeu de imediato a pedidos da Reuters por comentário.

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