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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Pompeo afirma que EUA acabaram com 99% do califado na Síria

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, garantiu nesta quinta-feira no Cairo que a campanha militar americana na Síria acabou com 99% do chamado "califado" que o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) estabeleceu em 2014 nos territórios que controlava neste país e no Iraque.


EFE

Cairo - "Derrubamos 99% do califado na Síria e vamos continuar neste caminho", disse o chefe da diplomacia americana em entrevista coletiva com o ministro das Relações Exteriores egípcio, Sameh Shukri, no Cairo, aonde chegou nesta quinta-feira como parte de uma excursão por vários países árabes do Oriente Médio.


Mike Pompeo em foto de 8 de janeiro. EFE/ Andre Pain
Mike Pompeo em foto de 8 de janeiro. EFE/ Andre Pain

Sobre a decisão de retirar as tropas americanas do norte da Síria, anunciada pelo presidente Donald Trump em meados de dezembro, Pompeo declarou que os EUA seguirão lutando contra o EI em toda a região, mas que na Síria farão de "forma diferente".

"É possível retirar as forças americanas da Síria e seguir com a nossa campanha arrasadora" contra os jihadistas, respondeu Pompeo a perguntas dos jornalistas.

"Seguimos lutando contra o EI em várias regiões, estamos comprometidos a evitar que o EI cresça", argumentou o secretário de Estado, ao dizer que não há contradições entre a decisão tomada por Trump e a realidade no local. Pompeu admitiu que a ameaça do terrorismo extremista segue presente e, por isso, os EUA continuarão lutando.

Shukri afirmou que o Egito é um parceiro dos EUA nessa luta e na coalizão internacional antijihadista, e destacou que "as capacidades do EI foram reduzidas em grande parte, mas a rede de organizações terroristas vai além disso".

O ministro egípcio destacou os vários braços do EI que operam em todos os países da região, assim como outros grupos islamitas, por exemplo, a Irmandade Muçulmana, declarada terrorista no Egito em 2013, depois de ter sido afastada do governo pelo Exército em julho desse ano.

Ambos destacaram a duradoura e estratégica relação que une Egito e EUA, que é "mais necessária que nunca", nas palavras de Pompeo, para fazer frente aos desafios enfrentados.

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