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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Premiê italiano critica pacto 'hipócrita' entre França e Alemanha

O primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, chamou a atenção da França e da Alemanha em uma dura entrevista na sexta-feira, motivada pelos esforços dos dois países para colocar Berlim em um assento no Conselho de Segurança da ONU.


Sputnik

"A Alemanha perdeu ou venceu a Segunda Guerra Mundial?", perguntou Conte, retoricamente, enfatizando, em seu típico estilo de poucas palavras, que o assento fora destinado à União Europeia (UE) como um todo.


Il premier italiano Giuseppe Conte
Giuseppe Conte © Sputnik / Mikhail Klimentyev

O premiê populista fez os comentários em uma entrevista à mídia local depois que foi convidado a comentar sobre o recém-assinado tratado de amizade assinado pelo presidente francês Emmanuel Macron e pela chanceler alemã Angela Merkel.

O chamado Tratado de Aachen inclui uma disposição destacando a prioridade de Paris e Berlim de assegurar um assento permanente no corpo poderoso da ONU. A Assembleia Geral da ONU deu à Alemanha a filiação temporária conselho em junho, junto com outros quatro países.

Conte sugeriu que os dois estão "pensando apenas em seus interesses nacionais", apesar de sua "retórica europeia vazia".

"A verdade é que pegamos a França e a Alemanha com as mãos no pote de biscoitos", criticou.

Conte também deixou claro que o novo governo em Roma não deixaria mais os líderes de fato de longa data da UE tratarem a Itália com uma "relação pobre", gabando-se da popularidade generalizada de sua administração.

O antigo acadêmico não filiado ao partido lidera o governo de coalizão antiestablishment da Itália, que foi eleito neste verão em uma plataforma de controle de imigração, euroceticismo e oposição à austeridade.

Tais posições naturalmente colocaram a coalizão em conflito com outras nações europeias. As relações entre a Itália e a França têm sido particularmente turvas como resultado de divergências sobre a política de imigração europeia.

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