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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Presença de destróier dos EUA no mar Negro aumenta risco de provocações, afirma analista

O destróier norte-americano USS Donald Cook entrou no porto georgiano de Batumi, entretanto as ações desta embarcação, enviada ao mar Negro para "operações de segurança", estão sendo monitoradas por um navio russo. O especialista militar russo Boris Rozhin comentou a situação.


Sputnik

As forças da Frota do Báltico estão escoltando os destróieres da Marinha dos EUA USS Gravely e USS Porter, que entraram na parte sul do mar Báltico, informou o centro nacional de controle de defesa.


Destróier USS Donald Cook (imagem de arquivo)
USS Donald Cook | CC0 / U.S. Navy / wikipedia.org

Nota-se que a vigilância dos navios americanos está sendo realizada pelas corvetas russas Boyky e Soobrazitelny.

Anteriormente, a Marinha dos EUA informou que o destróier americano USS Donald Cook havia entrado no mar Negro "para operações de segurança". A atividade do navio de guerra americano está sendo observada pelo navio-patrulha russo Pytlivy, entretanto hoje (21) essa mesma embarcação dos EUA entrou no referido porto georgiano.

A Duma de Estado da Rússia classificou o envio do contratorpedeiro para o mar Negro como um "abuso do espírito pacífico e de sabedoria da Rússia" e observou que esta política de Washington não pode continuar infinitamente.

Durante uma entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Boris Rozhin expressou a opinião de que a presença de navios americanos no mar Negro aumenta a possibilidade de uma provocação por parte da Ucrânia.

"A demonstração de presença de navios americanos no mar Negro é parte de uma estratégia para apoiar a Ucrânia. Os EUA apoiaram ativamente a provocação ucraniana no estreito de Kerch, bem como [apoiaram] a declaração dos dirigentes ucranianos que eles querem repetir a passagem [pelo estreito]. Para demonstrar um apoio ativo, os Estados Unidos fazem suas declarações e enviam para lá navios da OTAN periodicamente", afirma o analista.

"De acordo com a Convenção de Montreux, um navio pode permanecer lá por três semanas. Consecutivamente, sua presença aumenta o risco de provocações no estreito de Kerch. Entende-se que são possíveis cenários em que o navio americano seja envolvido, digamos, como observador durante essa provocação. Ou seja, se Kiev decidir realizá-la, a presença de navios americanos no mar Negro lhes permitiria dar ao conflito algum caráter internacional", concluiu Rozhin.

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