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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Presidente bielorrusso apela para que se acabe com 'mal-entendido' em Donbass

O presidente da Bielorrússia Aleksandr Lukashenko se manifestou durante o encontro com o representante de Kiev nas negociações sobre Donbass, Viktor Medvedchuk, por uma resolução mais rápida do conflito no Leste da Ucrânia.


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"Esse mal-entendido, não pode ser chamado de outro modo, deve acabar […] São repúblicas e povos irmãos […] Estamos dando aos nossos inimigos e rivais um presente com as nossas próprias mãos", declarou ele.


Artilharia ucraniana em Donbass, foto de arquivo
Artilharia ucraniana em Donbass © AP Photo / Petr David Josek

Medvedchuk, por sua vez, assinalou o papel da Bielorrússia e pessoalmente de Lukashenko na resolução pacífica do conflito em Donbass.

Ele sublinhou que a parte bielorrussa concedeu um palco para conversações e que os acordos de Minsk continuam sendo considerados como o único plano para uma resolução pacífica. Ao mesmo tempo o político ucraniano disse que infelizmente eles não estão sendo cumpridos.

"Para muito ucranianos que querem a paz em Donbass, Minsk virou não apenas um palco do fraternal e amistoso povo bielorrusso, mas também uma esperança que a resolução pacífica afinal seja obtida", ressaltou.

Um mês atrás Lukashenko declarou que a sua proposta sobre o controle da fronteira russo-ucraniana e realização de eleições em Donbass não encontrou apoio, particularmente do presidente ucraniano Pyotr Poroshenko.

"Eu já estava pronto para ficar nessa fronteira como guarda fronteiriço, considerando que tanto os russos como os ucranianos têm boas relações comigo, e realizar lá eleições em conformidade com os acordos de Minsk", afirmou o presidente da Bielorrússia.

As autoridades ucranianas rejeitaram a proposta de Lukashenko. Entretanto, é necessário avançar mais rapidamente para uma resolução pacífica, para prevenir o desenvolvimento descontrolado da situação, segundo o líder bielorrusso. Ele acrescentou também que na região já há militares da OTAN, com quem, na opinião dele, é mais fácil negociar que com "nazistas".

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