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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

Projetado com novíssimas tecnologias, mas já obsoleto: que podem fazer EUA com caça F-35?

Em teoria, o caça americano F-35 foi fabricado usando as tecnologias aeronáuticas mais avançadas. Então, por que a Força Aérea dos Estados Unidos já está considerando substituí-lo?


Sputnik

A indústria de guerra é um setor que está se desenvolvendo com extrema rapidez. A Rússia e a China já testaram mísseis hipersônicos inovadores. O gigante asiático também pode estar testando um novo canhão de trilho eletromagnético. Além disso, muitos países procuram aperfeiçoar os lasers para poder abater drones, mísseis e aeronaves.


Caça norte-americano F-35 Lightning II
F-35 Lightning II | CC0

A "guerra" para a qual o F-35 foi projetado parece ter acabado mesmo antes de começar. Em vez disso, o futuro pertence aos drones, às velocidades hipersônicas e à inteligência artificial, escreve o jornal Warwick Daily News.

E esses são os elementos que a Força Aérea dos Estados Unidos deseja incorporar ao protótipo de seu novo caça. No entanto, tendo em conta o tempo que levou para o F-35 ser finalmente posto em serviço, é possível que a nova aeronave não se torne uma realidade em um futuro próximo, destaca a mídia australiana.

Os EUA já estariam trabalhando no desenvolvimento do Penetrating Counter Air (PCA), como os americanos chamam o seu projeto de caça de sexta geração. No entanto, o dinheiro necessário para que isso aconteça fará com que as despesas do F-35 — atualmente o programa de defesa mais caro da história — pareçam insignificantes.

Segundo as estimativas do Escritório de Orçamento do Congresso estadunidense, o PCA teria um preço de cerca de US$ 300 milhões (R$ 1,1 bilhão) por unidade, ou seja, seria três vezes mais caro que o F-35. Além disso, os EUA precisarão de cerca de 414 aeronaves desse tipo para substituir os atuais F-15C/D e F-22.

"A Força Aérea poderia decidir que o novo projeto da aeronave PCA é inacessível e optar por comprar mais F-35A", destacou o Escritório de Orçamento do Congresso dos EUA.

O Warwick Daily News considerou que uma das opções que hoje têm os EUA é "continuar fazendo o que já estão fazendo: prolongar a vida das aeronaves mais antigas, atualizar seus aviônicos e sensores e esperar que todos os inimigos potenciais façam o mesmo".

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