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EUA vão suspender Tratado INF se Rússia não cumprir acordo, diz vice-secretário de Estado

Os EUA vão suspender suas obrigações no Tratado INF, que trata a respeito armas nucleares de médio alcance, no dia 2 de fevereiro se a Rússia não apresentar provas de que está cumprindo o acordo, disse o vice-secretário de Estado.
Sputnik

Em outubro, o presidente dos EUA anunciou que seu país abandonaria o Tratado INF, assinado pelos Estados Unidos e pela União Soviética em 1987.


Trump argumentou que Moscou estava desenvolvendo mísseis que violam esse pacto.

Em 4 de dezembro, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que Washington suspenderia sua adesão ao INF no prazo de 60 dias se a Rússia não voltasse a cumprir suas obrigações.

No entanto, a Rússia nega categoricamente todas as acusações. O líder russo, Vladimir Putin, declarou que Moscou se opõe à violação do Tratado INF, mas responderá se isso acontecer.

Putin discute conflito sírio e saída de tropas americanas com Benjamin Netanyahu

O presidente russo, Vladimir Putin, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, discutiram nesta sexta-feira a situação na Síria, à luz dos planos de Washington de retirar suas tropas do país, informou o serviço de imprensa do Kremlin.


Sputnik

"A discussão se concentrou no desenvolvimento da situação na Síria, especialmente à luz da intenção declarada dos EUA de retirar suas tropas daquele país", disse o serviço de imprensa em um comunicado. "Os lados enfatizaram a necessidade de derrotar completamente o terrorismo na Síria e acelerar o progresso no caminho da colonização política no país", finaliza a nota.


Vladimir Putin e Benjamin Netanyahu durante encontro em Moscou
Benjamin Netanyahu e Vladimir Putin © Sputnik / Mikhail Klimentyev

Os Estados Unidos decidiram deixar a Síria após uma conversa entre o presidente americano, Donald Trump e o homólogo turco, Recep Erdogan. A ordem repentina enfureceu o então secretário de Defesa, James Mattis que renunciou ao cargo em seguida. Aliados dos EUA na Coalizão também demonstraram descontentamento, alegando sobre a possibilidade do Daesh (grupo terrorista autodenominado Estado Islâmico, proibido na Rússia e em vários outros países) reconquistar territórios perdidos.

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