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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Quais são as chances do helicóptero mais caro da Marinha dos EUA nem chegar a decolar?

Pentágono acredita que o novo helicóptero de transporte pesado da Marinha dos EUA, o Sikorsky CH-53K King Stallion, avaliado em US$ 144 milhões (R$ 538 milhões) por unidade, seja mais caro do que o caça F-35A Lightning II.


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Apesar do custo elevado, o helicóptero talvez não entre em operação tão cedo, pois apresenta uma série de problemas técnicos, segundo a revista The National Interest.


Sikorsky CH-53K
Sikorsky CH-53K King Stallion © Sikorsky/Lockheed Martin

Perante essa situação, o porta-voz do Comando de Sistemas Aéreos Navais, Greg Kuntz, afirmou que a descoberta de problemas técnicos ocorreu depois do esperado e que a reestruturação do programa está "demorando mais do que o planejado", já que as "falhas ou problemas adicionais" foram descobertos durante os testes de voo.

Recentemente, um relatório do Pentágono detalhou os numerosos problemas estruturais na fuselagem da aeronave. Segundo o documento, esses problemas são agravados pela falta de peças necessárias para a manutenção da aeronave, o que significa um "alto risco" para a fuselagem.

Dentre os problemas mais sérios, descobertos até o momento, estão a deficiência da caixa de transmissão do rotor principal, o indicador de velocidade não confiável, o superaquecimento dos elementos de propulsão essencial e as irregularidades nas hélices do rotor de cauda.

O programa do helicóptero CH-53K King Stallion, avaliado em aproximadamente US$ 31 bilhões (R$ 115 bilhões) para o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, possivelmente perderá sua capacidade de combate inicial prevista para daqui a um ano, isso devido a problemas técnicos durante os testes de desenvolvimento.

A Marinha dos EUA está trabalhando com a Lockheed para "reavaliar e reestruturar o cronograma detalhado do programa, incluindo a prolongamento da conclusão" da fase atual de desenvolvimento, ressalta Kuntz.

A reestruturação do programa inclui soluções para desafios técnicos e problema de reingestão de gases de escape, entretanto, a Marinha "ainda não efetuou uma determinação formal" sobre uma nova data inicial de capacidade de combate, afirmou Kuntz.

O CH53-K será do mesmo porte do que seu antecessor, entretanto, poderá transportar praticamente o triplo de carga, levantando 27.000 libras (12 toneladas).

A agência de gerenciamento de contratos de defesa estima que os testes de voo não estejam completos até maio de 2020, o que significa um atraso de cinco meses para declarar que o helicóptero tem capacidade inicial de combate.

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