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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Revista americana destaca 2 qualidades mais ameaçadoras de mísseis de cruzeiro russos

Os mísseis de cruzeiro russos Kalibr possuem duas qualidades principais que preocupam as Marinhas ocidentais, segundo a revista norte-americana The National Interest.


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De acordo com a edição, em primeiro lugar, os mísseis voam a baixa altitude, sobre a superfície da água, evitando assim serem detectados pelos radares do inimigo e privando o alvo de tempo para reagir à ameaça, escreveu o autor da matéria, Michael Peck.


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Lançamento de míssil Kalibr | Reprodução

Em segundo lugar, os mísseis Kalibr são universais, podendo ser utilizados para equipar navios militares de pequeno porte, como corvetas, por exemplo, acrescentou.

Segundo The National Interest, a inteligência norte-americana está ciente das caraterísticas técnicas das modificações existentes do Kalibr. Em 2015, o Comando da Inteligência Naval da Marinha dos EUA examinou as capacidades dos mísseis, chegando à conclusão que os navios russos equipados com as versões existentes dos mísseis Kalibr, posicionados nos mares da Noruega, Negro, Cáspio e de Barents, podem "cobrir" áreas desde a França ao Irã e ao Cazaquistão.

"A eficácia de um navio militar não é definida somente pelos mísseis. A eficácia exige tais capacidades como sensores e sistemas de comando e controle. Contudo, os mísseis Kalibr são capazes de tornar até uma pequena embarcação russa em um 'assassino de navios' ou em uma plataforma de ataque contra alvos terrestres, é uma capacidade poderosa [da Marinha russa]", lê-se na matéria.

Inicialmente, os mísseis de cruzeiro Kalibr foram elaborados para equipar os submarinos nucleares polivalentes do projeto 885 Yasen. Em seguida, os mísseis foram utilizados para armar tanto os submarinos nucleares do projeto 636 como navios de superfície.

O alcance dos mísseis Kalibr é aproximadamente 2.500 km. Pela primeira vez, os mísseis foram utilizados contra os terroristas da Síria no dia 7 de setembro de 2015. Então, os navios militares russos lançaram 26 mísseis de cruzeiro a partir das águas do mar Cáspio.

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