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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Revista aponta modificações que tornam 'MiG-21' chinês em um caça mortal

Modernização do caça chinês J-7G proporcionou ao Exército Popular de Libertação da China a oportunidade de produzir um caça mortal para o século XXI.


Sputnik

O Chengdu J-7 entrou em produção em 1965 e na época era considerado como o caça com maior capacidade da China. Durante esse período foram produzidas mais de 2.400 unidades do caça, sendo também exportado para diversos países, como Iraque, Albânia, Egito e Paquistão.


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Chengdu J-7 | Reprodução


O caça monomotor de segunda geração era considerado uma evolução dos primeiros jatos produzidos pela União Soviética, baseando-se no MiG-21 e sendo o principal caça da China por 30 anos, segundo a revista Military Watch.

Apesar disso, as capacidades iniciais do J-7 deixavam a desejar. Contudo, o caça passou por diversas modernizações recebendo melhores equipamentos baseados nas plataformas russas e americanas.

Sendo assim, nos anos de 1980 a indústria de defesa chinesa recebeu um orçamento mais generoso, o que contribuiu para o início do desenvolvimento de uma plataforma de nova geração, ultrapassando os caças MiG-21 e F-4, que continua a servir a Força Aérea chinesa.

As versões avançadas do J-7 foram produzidas até 2013, ou seja, quase 60 anos após o primeiro voo do MiG-21 e apenas quatro anos antes de a China introduzir seu primeiro caça de quinta geração.

O J-7 passou por um grande número de atualizações, resultando em um caça moderno com capacidade elevada. Uma das atualizações a destacar é o J-7G, a versão mais avançada do caça, que utiliza materiais compósitos, tornando a aeronave mais leve e resistente.

Além disso, a aeronave recebeu um glass cockpit total, um novo par de asas em delta, 3 monitores multifuncionais HUD e HOTAS, sistema de visualização no capacete HMD e seção transversal reduzida para menor detecção por radares.

Com a atualização, o caça chinês chegou até mesmo superar caças de quarta geração, como os primeiros F-16A, em termos de sofisticação. Os equipamentos da aeronave contam com o radar de controle de fogo KLJ-6F e mísseis de longo alcance ar-ar PL-12, ressaltando que as munições da aeronave excedem em muito o alcance do AIM-120B utilizado pela maioria dos caças de quarta geração dos EUA.

O J-7G ainda é capaz de atingir uma velocidade de Mach 2.2, ultrapassando os caças F-16C, que possuem uma velocidade de até Mach 2, além disso, o J-7G possui uma manutenção simples e um preço acessível.

Perante essas qualidades, o caça chinês J-7G pode ser considerado como um caça do século XXI, continuando em operação ao lado do novo caça J-10.

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