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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

Rússia acusa EUA de 'ofensiva indisfarçada contra soberania da Venezuela'

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou veementemente as tentativas dos EUA de formarem um governo venezuelano alternativo, sufocando o país latino-americano com sanções.


Sputnik

"A linha descarada de Washington de formação inconstitucional de estruturas alternativas de governo da Venezuela, as tentativas de, ignorando a realidade, designar autoridades venezuelanas como legítimas e negar isso a outras, sufocando o país com sanções, levando a uma deterioração da situação socioeconômica e atingindo dolorosamente os bolsos dos venezuelanos comuns, é uma ofensiva indisfarçada contra soberania da Venezuela", escreve o comentário no site do ministério russo.


Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante coletiva de imprensa no Palácio de Miraflores em Caracas, 12 de dezembro de 2018
Nicolás Maduro © REUTERS / Marco Bello

Recentemente, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, havia discutido por telefone a situação na Venezuela com o presidente da oposição da Assembleia Nacional venezuelana, Juan Guaido, que até há poucos dias chefiava o parlamento do país.

Em 2017, o presidente venezuelano Nicolás Maduro convocou uma Assembleia Nacional Constituinte, totalmente controlada pelo governo, não podendo a Assembleia Nacional tomar decisões políticas.

"É necessário promover a busca pela concórdia interna, unindo os esforços do governo e da oposição para reduzir as tensões, melhorar a situação do país e governar nos princípios de união. Naturalmente, na condição de todas as forças políticas do país observarem a Constituição e a legislação atual", diz o comunicado.

A reeleição de Nicolás Maduro em 20 de maio e sua subsequente posse, na quinta-feira (10), têm sido muito criticadas pelos países vizinhos.

A Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Grupo de Lima não reconheceram os poderes do presidente eleito, enquanto o Paraguai rompeu as relações diplomáticas com o país.

Os EUA também assumiram uma posição semelhante, aumentando as sanções e pressionando Caracas.

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