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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Rússia começou a patrulhar cidade síria de Manbij (VÍDEO)

A polícia militar das Forças Armadas russas começou a patrulhar o território da cidade de Manbij, na província síria de Aleppo, perto da fronteira com a Turquia, disse a repórteres o porta-voz da polícia Yusup Mamatov.


Sputnik

"Hoje começou o patrulhamento da zona de segurança na cidade de Manbij e seus arredores, a tarefa é garantir a segurança na área, controlar a situação e o movimento de formações armadas", disse Mamatov.


Exército sírio se instalando na área de Manbij
Exército da Síra ocupando a base militar de Manbij © Sputnik / Muhammad Maaruf

Ele acrescentou que os moradores locais informam a polícia sobre armas e projéteis não detonados que permaneceram lá desde que o território foi ocupado pelos combatentes.

No final de dezembro, o Exército Sírio entrou em Manbij, anteriormente controlado pelas milícias curdas do YPG, e içou a bandeira nacional na cidade.

Pouco antes, o YPG anunciou que eles estavam deixando Manbij por causa das ameaças da Turquia para invadir, e pediu às tropas do governo sírio para assumir o controle da cidade.

No início de janeiro, foi relatado que cerca de 400 militantes curdos da YPG deixaram Manbij, como combinado com Damasco, e se dirigiram para a margem leste do rio Eufrates.

Segundo declarações do presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, Ancara estava preparada para lançar uma ofensiva a leste do Eufrates e na área síria de Manbij contra as forças curdas, se os EUA, seu principal aliado, não os retirassem de lá.

Para a Turquia, o YPG é um braço armado do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), proibido no país e classificado como uma organização terrorista.


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