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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Salvini diz que a Itália vai trabalhar com a Polônia para construir uma nova Europa

O vice-primeiro-ministro da Itália, Matteo Salvini, quer que a Polônia e a Itália trabalhem juntas em uma nova Europa, declarou ele em uma entrevista coletiva em Varsóvia nesta quarta-feira.


Sputnik

"A Polônia e a Itália farão parte da nova primavera da Europa, o renascimento dos valores europeus", afirmou Salvini a repórteres durante uma entrevista coletiva com o ministro do Interior da Polônia, Joachim Brudzinski.


Matteo Salvini, líder do partido ultranacionalista italiano Lega Nord
Matteo Salvini © Sputnik / Taras Litvinenko

"A Europa que virá a se formar em junho (depois das eleições do Parlamento Europeu em maio) nos permitirá superar o que existe hoje e que é administrado por burocratas", acrescentou.

Já Brudzinski destacou que Varsóvia e Roma planejam conduzir um processo de reforço da fronteira externa da União Europeia (UE).

Ao lado da Hungria e da República Tcheca, Itália e Polônia possuem hoje governos destacadamente críticos à política de acolhimento capitaneada desde 2015 pelo bloco, em um movimento coordenado por Bruxelas e Berlim.

O refluxo da crise migratória, porém, vem se fazendo sentir nas urnas nos últimos anos, com o avanço de partidos e movimentos de direita na Europa, incluindo em países como Alemanha e Espanha. A mesma crise também influenciou na vitória do Brexit, referendo que decidiu pela saída do Reino Unido da UE.

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