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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Senado norte-americano bloqueia lei sobre sanções contra a Rússia, Síria e Irã

Na terça-feira (8), o Senado norte-americano deveria votar o projeto de lei quanto à introdução de sanções por ajuda à Síria, mas este não chegou a ser aprovado.


Sputnik

O governo dos EUA continua paralisado desde 22 de dezembro. A paralisação ("shutdown"), foi desencadeada pelas disputas sobre o financiamento do muro na fronteira com o México. Embora Trump esteja exigindo mais de US$ 5 bilhões para a construção do muro, os congressistas democratas e alguns republicanos se recusaram a atender à exigência.


Senado dos EUA
© AP Photo / Chairman of the Joint Chiefs

Os democratas declararam que não apoiariam quaisquer projetos de lei a não ser os destinados a cessar a paralisação do governo.

Na terça-feira (8), o documento intitulado "Reforço da Segurança da América no Oriente Médio" foi apoiado por menos de dois terços dos 100 senadores, ou seja, apenas 56 dos 60 necessários votaram a favor do projeto. Posteriormente, o líder dos republicanos no Senado, Mitch McConnell, apresentou o documento para nova discussão.

O documento bloqueado pelos senadores pressupõe diversas sanções contra a Síria, que o presidente não poderia revogar sem autorização do Congresso. Além disso, o documento é destinado a introduzir restrições contra os aliados mais próximos da Síria — a Rússia e o Irã — por prestarem ajuda militar a Damasco.

As sanções tradicionalmente preveem o congelamento das contas bancárias que estão na jurisdição norte-americana, recusa de pedidos de vistos e anulação de vistos já concedidos.

As sanções poderão ser aplicadas por qualquer cooperação com o governo sírio, inclusive na esfera de produção de petróleo e gás neste país, fornecimento de aviões e material militar.

O projeto de lei de fato acusa a Rússia, a par da Síria e do Irã, de realizar ataques aéreos contra a população e estruturas civis. Mas o documento pressupõe o cancelamento das sanções em caso de Moscou, Damasco e Teerã cessarem tais ações.

Além disso, obriga o presidente a apresentar ao Congresso, no prazo de 180 dias, uma estratégia de prestação de ajuda humanitária à população síria e o Departamento do Tesouro dos EUA a fazer um relatório sobre a lavagem de dinheiro pelo Banco Central da Síria.

Alguns capítulos do projeto de lei são dedicados ao desenvolvimento da cooperação militar com Israel e a Jordânia. Em particular, o programa de ajuda a Israel é prolongado até outubro de 2023, no valor anual de pelo menos 3,3 bilhões de dólares. O presidente norte-americano obtém o direito de fornecer armas de alta precisão a Israel.

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