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Irã ameaça romper limite de reservas de urânio; entenda o que país pode fazer se sair de acordo nuclear

Sem regulação, país pode adotar equipamentos mais modernos e rápidos e ampliar volume de enriquecimento de material que pode ser usado em armas nucleares. Acordo foi firmado em 2015 entre Irã e mais seis países, mas Trump retirou EUA em maio de 2018.
Associated Press

O Irã anunciou que irá exceder o limite de reservas de urânio determinado pelo acordo nuclear de 2015, ampliando as tensões no Oriente Médio.

O prazo de 27 de junho dado por Teerã vem antes de outra data limite, 7 de julho, para que a Europa apresente melhores termos para que o país permaneça no acordo. Se essa segunda data passar sem nenhuma ação, o presidente iraniano Hassan Rouhani diz que a república islâmica irá provavelmente retomar o alto enriquecimento de urânio.

Veja a seguir em que situação está o programa nuclear do Irã atualmente:

O acordo nuclear

O Irã fechou um acordo nuclear em 2015 com Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e China. O acordo, formalmente conhecido como Plano de Ação Conjunto Abran…

Singapura está disposta a substituir caças F-16 por F-35, diz ministro da Defesa

O ministro da Defesa de Singapura, Ng Eng Hen, disse hoje (18) que a Força Aérea do país planeja substituir os caças F-16 que agora estão em serviço por aeronaves F-35.


Sputnik

"Os F-16 da Força Aérea da República de Singapura [RSAF] que têm estado em serviço desde 1998 terão que ser retirados logo depois de 2030, mesmo depois da sua modernização a meio de sua vida útil […] Estou feliz por comunicar que a DSTA, Agência de Ciência e Tecnologia de Defesa, e a RSAF concluíram a avaliação técnica da substituição […] Eles decidiram que os F-35 seriam os caças mais adequados para os substituírem", escreveu o ministro no Facebook.


Caça F-35 (imagem referencial)
F-35 Lightning II | CC0 / Pixabay

Ele acrescentou que as agências responsáveis vão negociar com a parte norte-americana para avançar com o processo, que pode levar até um ano até à tomada de decisão.

O ministro declarou que o país queria primeiro "receber várias aeronaves para avaliar completamente as capacidades dos F-35 antes de decidir sobre a aquisição de uma frota inteira".

O F-35 é um caça furtivo norte-americano de quinta geração, considerado o mais caro da história da produção de armas, com um custo total ao longo do período de vida útil de 1,5 trilhão de dólares.

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