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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Taiwan anuncia exercícios militares táticos para conter eventual invasão chinesa

O exército de Taiwan anunciou uma série de novos exercícios militares grandiosos para este ano para conter uma eventual ameaça chinesa na região das ilhas disputadas.


Sputnik

Os próximos exercícios militares de Taiwan deverão ser baseados em táticas de defesa recentemente adotadas contra uma possível invasão chinesa, afirmou o diretor de planejamento do Ministério da Defesa, major-general Yeh Kuo-hui, à agência central de notícias de Taiwan.


Helicóptero S70 da Marinha de Taiwan decola de uma fragata da classe Perry durante treinamentos na estação naval de Suao, no condado de Yilan, nordeste de Taiwan, em 13 de abril de 2018
© AP Photo / Chiang Ying-ying

Vale ressaltar que a China reivindica a soberania sobre Taiwan, que foi separado do continente em meio a uma guerra civil em 1949. Com isso, o presidente chinês, Xi Jinping, reforçou recentemente a utilização da força sobre a ilha, sob o pretexto de conter as interferências de forças externas, além de considerar pequeno o número de separatistas de Taiwan.

Os EUA, que fornecem armas aos separatistas e são responsáveis por defender Taiwan contra qualquer ameaça, não foram citados pelo líder chinês, entretanto, é uma das principais razões das ameaças chinesas com relação à soberania na região.

Taiwan, apesar de possuir um pequeno território, possui forças tecnológicas sofisticadas, o que pode ajudar na luta pela independência.

Já a China possui aproximadamente 3 milhões de membros em suas forças, além do segundo maior orçamento de defesa, mais precisamente, em torno de US$ 173 bilhões (R$ 642 bilhões).

Perante essa situação, Taiwan está evoluindo sua estratégia de conter a força de desembarque chinesa, evitando uma invasão tanto marítima como aérea.

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