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Diretor de Projetos da Marinha do Brasil diz que Programa Tamandaré não será afetado por cortes no orçamento

Convidado para falar a empresários catarinenses durante a reunião do Comitê da Indústria da Defesa (Comdefesa), da Fiesc, o vice-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor de Projetos da Marinha do Brasil, garantiu na manhã desta quinta-feira que o bloqueio de verbas do governo federal não vai afetar o andamento do projeto de construção de quatro navios da Marinha em Itajaí.
Poder Naval

Ele confirmou que o recurso previsto para a empreitada, de R$ 2,5 bilhões, está contingenciado – mas acredita que isso será revertido no segundo semestre. – Esse projeto não tem volta. O Brasil e a Marinha precisam modernizar a frota – afirmou.

A Marinha foi a principal atingida pelo bloqueio de verbas no setor de Defesa, que soma R$ 13 bilhões. O recurso para as corvetas está com a Emgepron, empresa de projetos da Marinha que negocia os termos do contrato com o consórcio Águas Azuis, vencedor da concorrência pública para construção das embarcações.

O grupo tem entre as consorciadas a alemã Thys…

Tanque indiano Arjun Mark1-A em testes

Versão Mark1-A terá melhor capacidade de disparo, mobilidade e menor peso


Forças Terrestres

O governo indiano confirmou que a DRDO (Organização de Pesquisa e Desenvolvimento de Defesa) e o Exército Indiano estão realizando testes de desenvolvimento do Arjun Mark-1A atualizado, que agora vem com mais de 93 modificações feitas na primeira versão Arjun Mark1, que foi introduzida pela primeira vez de 2011 em unidades do Exército Indiano.

MBT Arjun Mk1

O Arjun Mark1-A é, na verdade, um trabalho anterior que foi idealizado para desenvolver a variante Mark2, que agora está passando por melhorias adicionais e redução de peso e deverá estar pronta para produção em alguns anos.

Após uma melhora considerável em sua blindagem e com várias modificações e melhoramentos, o peso do tanque atual subiu para 68 toneladas, de 58 toneladas da variante Mark1.

O Exército Indiano tardiamente exigiu até 3 toneladas de redução de peso em 2016. De acordo com estudos da DRDO que exigiram um casco reconfigurado para perder todo o peso extra que ele ganhou devido às exigências do Exército, uma considerável quantidade de tempo e testes foram necessários para recertificar o casco e a torre recém-reconfigurados.

O Ministério da Defesa (MOD) recomendou ao Exército Indiano a aceitar 118 unidades da variante Arjun Mark1-A, enquanto a DRDO continua a desenvolver a variante Mark2.

Para ampliar o desenvolvimento, o casco e a torre foram terceirizados para Reliance Infra em 2017 e a CVRDE já recebeu o primeiro casco e as torres da empresa antes do cronograma em 2018, que provavelmente serão usados no Arjun Mark1-A.

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