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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Tribunal dá razão ao governo Trump no veto a militares transgênero

Painel de três juízes do Tribunal de Apelações do Distrito de Columbia determinou que a proibição não deveria ter sido bloqueada enquanto era impugnada, mas que medida não poderá entrar em vigor ainda por decisões similares de outros tribunais.


EFE

Um tribunal de apelações dos Estados Unidos deu razão nesta sexta-feira (4) ao governo do presidente Donald Trump no seu veto a militares transgênero, que não chegou a entrar em vigor porque foi bloqueado por diversas cortes que consideraram que esta norma atenta contra o direito à igualdade.

Manifestantes protestam em Nova York contra decisão de Trump de proibir transgêneros nas Forças Armadas, em 26 de julho de 2018 — Foto: Reuters/Carlo Allegri
Manifestantes protestam em Nova York contra decisão de Trump de proibir transgêneros nas Forças Armadas, em 26 de julho de 2018 — Foto: Reuters/Carlo Allegri

Um painel de três juízes do Tribunal de Apelações do Distrito de Columbia determinou nesta sexta que a proibição anunciada em agosto de 2017 pelo Pentágono não deveria ter sido bloqueada enquanto era impugnada, mas que a medida não poderá entrar em vigor ainda por decisões similares de outros tribunais.

"Devemos reconhecer que o plano de (Jim) Mattis (ex-secretário de Defesa) se baseia em um julgamento profissional de oficiais militares apropriados e parece permitir que algumas pessoas transgênero sirvam no exército, de acordo com os padrões estabelecidos de saúde mental, física e sexo", escreveram os magistrados.

Trump anunciou em julho de 2017 que tinha a intenção de proibir que todas as pessoas transgênero trabalhem no exército, e posteriormente a Casa Branca aconselhou que não se permitisse o alistamento de pessoas que pudessem no futuro querer submeter-se a uma operação de mudança de sexo.

Finalmente, o Departamento de Defesa apresentou em março do ano passado uma legislação que estabelecia que as pessoas com "um histórico de disforia de gênero (...) ficam desqualificadas do serviço militar exceto sob circunstâncias limitadas", mas não recomendava a expulsão de membros das forças armadas que já tivessem se submetido a uma operação de mudança de sexo.

Também esta legislação não pôde ser implementada, já que, além de gerar a rejeição de vários grupos sociais e de parte do estamento militar, foi novamente bloqueada pela Justiça por considerar que atentava contra os direitos constitucionais por tratar-se de uma medida discriminatória.

No total, foram apresentados quatro processos contra estas proibições e vários tribunais impediram que a política entrasse em vigor.

Os litigantes no caso decidido nesta sexta, o Centro Nacional para os Direitos das Lésbicas (NCLR, na sigla em inglês) e os Defensores e Defensores Legais dos LGTBQ, prometeram continuar lutando contra o veto.

"A decisão de hoje é uma bofetada devastadora na cara dos membros transgênero que demonstraram sua aptidão para servir e sua dedicação a este país", disse em comunicado a diretora legal do NCLR, Shannon Minter.

Nesse sentido, Minter assegurou que ela e sua equipe seguirão "lutando contra uma política cruel e irracional, que não serve mais que para debilitar os militares e castigar os membros transgênero do exército".

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