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EUA vão suspender Tratado INF se Rússia não cumprir acordo, diz vice-secretário de Estado

Os EUA vão suspender suas obrigações no Tratado INF, que trata a respeito armas nucleares de médio alcance, no dia 2 de fevereiro se a Rússia não apresentar provas de que está cumprindo o acordo, disse o vice-secretário de Estado.
Sputnik

Em outubro, o presidente dos EUA anunciou que seu país abandonaria o Tratado INF, assinado pelos Estados Unidos e pela União Soviética em 1987.


Trump argumentou que Moscou estava desenvolvendo mísseis que violam esse pacto.

Em 4 de dezembro, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que Washington suspenderia sua adesão ao INF no prazo de 60 dias se a Rússia não voltasse a cumprir suas obrigações.

No entanto, a Rússia nega categoricamente todas as acusações. O líder russo, Vladimir Putin, declarou que Moscou se opõe à violação do Tratado INF, mas responderá se isso acontecer.

Trump conversa com Al Sisi sobre soluções políticas para o Oriente Médio

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ligou na terça-feira ao seu colega egípcio, Abdul Fatah al Sisi, para discutir sobre as possíveis soluções políticas às crises que ocorrem no Oriente Médio, informou nesta quarta-feira a presidência egípcia.


EFE

Cairo - Os dois líderes abordaram os "esforços conjuntos para restabelecer a estabilidade na região" a fim de chegar a soluções "políticas" às crises, "especialmente na Líbia, na Síria e no Iêmen", segundo um comunicado do escritório presidencial.


Foto de arquivo de Abdel Fattah el-Sisi, presidente do Egito. EFE/JUSTIN LANE
Foto de arquivo de Abdel Fattah el-Sisi, presidente do Egito. EFE/JUSTIN LANE

Durante a ligação telefônica, ambos também abordaram as "formas de melhorar as relações bilaterais", assim como "enfatizaram a necessidade de fortalecer ainda mais a cooperação em vários campos, especialmente a cooperação militar e na luta contra o terrorismo e na ideologia extremista", apontou a nota.

Os Estados Unidos são um dos principais aliados do Egito na região.

Desde o ano passado, o país americano participa de manobras militares no Egito, que foram suspensas em 2011 pelas revoltas populares, centradas na "segurança regional e cooperação" entre os exércitos, assim como operações conjuntas em "cenários de guerra não convencionais".

Trump estendeu a mão aos países árabes na luta contra o terrorismo e em 2017 inaugurou em Riad junto à Al Sisi e outros líderes árabes um centro para combater o extremismo.

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