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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Trump conversa com Al Sisi sobre soluções políticas para o Oriente Médio

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ligou na terça-feira ao seu colega egípcio, Abdul Fatah al Sisi, para discutir sobre as possíveis soluções políticas às crises que ocorrem no Oriente Médio, informou nesta quarta-feira a presidência egípcia.


EFE

Cairo - Os dois líderes abordaram os "esforços conjuntos para restabelecer a estabilidade na região" a fim de chegar a soluções "políticas" às crises, "especialmente na Líbia, na Síria e no Iêmen", segundo um comunicado do escritório presidencial.


Foto de arquivo de Abdel Fattah el-Sisi, presidente do Egito. EFE/JUSTIN LANE
Foto de arquivo de Abdel Fattah el-Sisi, presidente do Egito. EFE/JUSTIN LANE

Durante a ligação telefônica, ambos também abordaram as "formas de melhorar as relações bilaterais", assim como "enfatizaram a necessidade de fortalecer ainda mais a cooperação em vários campos, especialmente a cooperação militar e na luta contra o terrorismo e na ideologia extremista", apontou a nota.

Os Estados Unidos são um dos principais aliados do Egito na região.

Desde o ano passado, o país americano participa de manobras militares no Egito, que foram suspensas em 2011 pelas revoltas populares, centradas na "segurança regional e cooperação" entre os exércitos, assim como operações conjuntas em "cenários de guerra não convencionais".

Trump estendeu a mão aos países árabes na luta contra o terrorismo e em 2017 inaugurou em Riad junto à Al Sisi e outros líderes árabes um centro para combater o extremismo.

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