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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Turquia teria pedido para EUA lhe entregarem bases na Síria

No decorrer das negociações em Ancara entre as autoridades turcas e John Bolton, assessor do presidente norte-americano, a Turquia teria pedido a Washington que lhe entregue as bases norte-americanas na Síria, ou a sua destruição, segundo comunicou nesta terça-feira (8) a edição Hurriyet.


Sputnik

Segundo as fontes da edição, a Turquia é contra a entrega das 22 bases dos EUA na Síria aos grupos curdos após a retirada das tropas norte-americanas deste país.


Soldado norte-americano, à esquerda, sentado em veículo blindado perto da tensa linha de frente entre o Conselho Militar de Manbij, apoiado pelos EUA, e os combatentes apoiados pelos turcos, em Manbij, norte da Síria, 4 de abril de 2018
Tropas dos EUA na base militar de Manbij, Síria © AP Photo / Hussein Malla

Anteriormente, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, afirmou que a Turquia é o único país capaz de proteger os interesses da comunidade internacional e do povo sírio depois da retirada das tropas norte-americanas da Síria.

"A retirada das tropas norte-americanas deveria ser planejada e realizada cuidadosamente em cooperação com os parceiros adequados para proteger os interesses dos EUA, da comunidade internacional e do povo sírio", apontou o líder turco, citado pelo jornal The New York Times.

"A Turquia, que possui o segundo maior exército permanente da OTAN, é o único país que tem forças e desejo de cumprir essa tarefa", acrescentou.

Em Ancara, John Bolton participou das conversações com o conselheiro e secretário de imprensa do presidente turco, Ibrahim Kalin. Os tópicos da conversa não foram divulgados.

Nos meados de dezembro de 2018, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a vitória sobre o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) na Síria, assinalando que esse era o único motivo de permanência das tropas norte-americanas na República Árabe. Anteriormente, a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, afirmou que os EUA iniciaram a retirada das tropas americanas da Síria. Entretanto, segundo ela, a coalizão internacional liderada por Washington continuará existindo.

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