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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Ucrânia é 'maior problema' do mundo, segundo o ex-presidente tcheco

O ex-presidente da República Tcheca, Václav Klaus, apontou a Ucrânia como o maior problema do mundo.


Sputnik

A Ucrânia é o principal fator que pode deteriorar a situação internacional, disse Klaus, que atuou como presidente da República Tcheca entre 2003 e 2013.


Participantes de marcha nacionalista dedicada ao 76º aniversário do Exército Insurgente da Ucrânia (organização extremista proibida na Rússia) em Kiev
Marcha nacionalista na Ucrânia © Sputnik / Stringer

"Eu considero a Ucrânia como o maior problema", disse Klaus, referindo-se à segurança internacional.

Durante uma entrevista para uma emissora de Praga, Klaus explicou que a Ucrânia "é incitada pelas elites políticas do Ocidente a provocar a Rússia tanto quanto possível".

No entanto, Moscou não responde às ações provocativas das autoridades ucranianas. "Esta é uma decisão feliz, pois, caso contrário, esta caldeira pode explodir", advertiu Klaus.

Antes de se tornar presidente da República Tcheca, o político atuou como chefe de governo e presidente da câmara baixa do seu país.

No final de dezembro, o atual presidente tcheco, Milos Zeman, prometeu que seu país protestaria oficialmente contra a prática ucraniana de apresentar criminosos de guerra como heróis.

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