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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

União Europeia sanciona Irã por conspirar assassinatos de opositores em seu território

A União Europeia (UE) sancionará os serviços de inteligência do Irã por supostamente estarem por trás de várias conspirações de assassinatos de opositores do regime em território comunitário.


EFE

Bruxelas - Os sancionados seriam duas pessoas e uma entidade vinculadas à inteligência iraniana e cujos ativos na UE serão congelados a partir do momento em que as sanções entrarem em vigor, informaram fontes europeias à Agência Efe.


Resultado de imagem para Lars Lokke Rasmussen
Lars Lokke Rasmussen | Reprodução

As sanções foram confirmadas no Twitter pelo governo dinamarquês, que liderou esta represália dos 28 países do bloco, depois que Teerã supostamente tentou assassinar três dissidentes em seu território.

"Muito encorajador que a UE estabeleça novas sanções contra o Irã em resposta às suas atividades hostis (...) cometidas na Europa", afirmou o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen, na rede social.

A UE também considera que o regime iraniano participou do complô para realizar diversos assassinatos de opositores em solo holandês e francês.

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