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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

USAF financia testes de mísseis Cuda ‘Half-Raam’ da Lockheed

A Força Aérea dos EUA (USAF) financiou um programa de demonstração de testes de voo para o míssil ar-ar Cuda da Lockheed Martin, levando o conceito depois de cinco anos da sua aparição, diz a empresa.


Poder Aéreo

Os testes de voo, financiados pelo Laboratório de Pesquisa da Força Aérea (AFRL), avaliarão como o Cuda se compara com a capacidade de manobra em fase terminal do míssil ar-ar de alcance médio Raytheon AIM-120 (Amraam), diz Frank St. John, vice-presidente executivo da área de negócios Missiles and Fire Control da Lockheed.

Modelo em 3D do míssi ar-ar Cuda

Às vezes chamada de “half-raam”, a Lockheed projetou o Cuda para ter um alcance similar ao AIM-120 em um pacote com metade do tamanho, permitindo que caças existentes, como o F-22 e F-35, carregassem o dobro de mísseis ar-ar internamente.

O alcande proposto do míssil Cuda na mesma faixa do AIM-120 pode parecer contra-intuitivo em um pacote relativamente pequeno, mas a Lockheed insiste que é possível. Após o lançamento, o motor de foguete do AIM-120 queima por apenas alguns segundos, então usa a inércia e controla as aletas para manobrar enquanto se aproxima do alvo.

O Cuda de tamanho médio também usa o mesmo princípio. Para compensar o volume reduzido de propulsor, a Lockheed adiciona um sistema de controle de desvio e atitude (DACS) derivado do míssil PAC-3 terrestre. O DACS insere pequenos propulsores de foguete no nariz do míssil. Combinados com aletas de controle montadas à ré, tais propulsores poderiam, em teoria, tornar o Cuda mais eficiente que o AIM-120 durante a fase terminal de uma interceptação de longo alcance.

Além do F-22 e do F-35, a Lockheed também considera que Cuda desempenha um papel potencial no programa Next Generation Air Dominance (NGAD) da USAF. A área de negócios de Aeronáutica da Lockheed, com sua divisão Skunk Works em Palmdale, Califórnia, lidera as discussões da empresa com a Força Aérea na área da NGAD, mas a Missiles and Fire Control também participa com um conjunto de tecnologias, diz St. John.

Além de novos mísseis, a Lockheed também está avaliando como combinar essas armas com uma variedade de sensores, incluindo busca por infravermelho e rastreamento (IRST).

“Atualmente, há financiamento da AFRL para desenvolver o Cuda. Também há sensores – sensores de abertura distribuídos, sendo também financiados e sensores IRST”, diz St. John. “Estamos fazendo o trabalho de colaboração [análise operacional] com o pessoal de Palmdale sobre como esses sensores e armas permitem uma futura plataforma de domínio aéreo. Eu não posso entrar muito mais do que isso por causa das classificações de segurança.”

FONTE: Aviation Week

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