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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Venezuela acusa EUA de apoiar "golpe de estado" e rechaça antecipar eleições

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, acusou neste sábado os Estados Unidos no Conselho de Segurança da ONU de estar à frente de um "golpe de estado" no país sul-americano, e rechaçou antecipar eleições, após a cobrança feita por Reino Unido, França, Alemanha e Espanha para que elas sejam convocadas em um prazo de oito dias.


EFE

ONU - "Os Estados Unidos não estão por trás do golpe de estado, estão à frente, dão e ditam as ordens, não só à oposição venezuelana, mas aos países satélites", disse Arreaza, além de acusar o governo americano de fazer uma "grosseira intervenção" e de "ingerência".


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Jorge Arreaza | Reprodução

O Conselho de Segurança da ONU discutiu hoje a crise na Venezuela, a pedido dos Estados Unidos e apesar da rejeição de Rússia e China, após o presidente do Parlamento venezuelano, Juan Guaidó, se proclamar presidente interino do país.

Arreaza também acusou o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, de ter dado "sinal verde" para um "golpe de estado" por causa de um recente vídeo no qual mostrou apoio a Guaidó e às manifestações convocadas pela oposição.

O ministro alegou que as Nações Unidas não deveriam permitir o comportamento dos Estados Unidos e criticou duramente Reino Unido, França, Alemanha e Espanha por darem um prazo de oito dias ao presidente Nicolás Maduro para que convoque eleições - ou então reconheceriam Guaidó como chefe de governo - e disse que a União Europeia não tem nenhuma legitimidade para fazer ultimatos à Venezuela.

Arreaza também perguntou por que o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, não convocava eleições gerais, já que assumiu o poder após uma moção de censura contra o antecessor no cargo, Mariano Rajoy.

"Querem levar a Venezuela a uma guerra civil. Não vão conseguir", declarou o chanceler venezuelano.

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