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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Washington pode conversar com Rússia sobre proteção aos curdos após saída dos EUA da Síria

Os Estados Unidos estão abertos a conversar com a Rússia sobre a necessidade de garantir que as forças curdas não sofram com a retirada das tropas norte-americanas da Síria, disse o conselheiro de segurança nacional, John Bolton, em entrevista nesta sexta-feira.


Sputnik

"Os curdos estão em uma posição muito difícil, e o presidente [Donald Trump], ao falar com o presidente Erdogan, acha que nós, eles eram leais a nós, devemos garantir que eles não sejam prejudicados", disse Bolton prara o programa de rádio de Hugh Hewitt. "Nós conversaríamos com os russos sobre isso também, se for necessário", acrescentou.


John Bolton na OTAN.
John Bolton © Sputnik / Alexey Vitvitsky

Bolton explicou que Trump pediu ao líder turco Recep Tayyip Erdogan para ser particularmente cuidadoso com os curdos que ajudaram os Estados Unidos a combater grupos terroristas na região. A Turquia assumiu tal compromisso, disse Bolton, mas a situação mudou desde então e se tornou mais complicada.

Consequentemente, os Estados Unidos continuam as conversações no nível dos militares com a Turquia e esperam avançar no assunto, acrescentou Bolton.

A entrevista de Bolton aconteceu quase um mês depois de Trump ter declarado a vitória sobre o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia) na Síria e ter anunciado a retirada das tropas norte-americanas do país.

A administração Trump mais tarde mudou sua abordagem de uma retirada imediata para uma retirada gradual.

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