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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

8 coisas que você precisa saber sobre o avião de alerta Bériev A-50 (VIDEO)

Apelidada de “Chmel”, que em russo significa “zangão”, aeronave foi construída pela fábrica soviética Bériev no final dos anos 1970.


Jaime Noguera | Russia Beyond

1. O A-50 pode realizar missões de transporte de carga, de reabastecimento em voo e de comando de batalha aérea.


Bériev A-50 | Vitaly V. Kuzmin

2. O avião realizou seu primeiro voo em 1978, mas continua em uso nas Forças Armadas da Rússia e da Índia.

3. A Otan batizou o avião de “Mainstay” (do inglês, “apoio principal”).

4. Um A-50 pode controlar até dez aeronaves de combate em missões de ataque ar-ar ou ar-solo. O avião pode voar por quatro horas a até 1.000 quilômetros de distância de sua base com um peso máximo de decolagem de 190 toneladas.

5. No final de dezembro de 2015, os A-50 foram enviados à Síria para monitorar a campanha militar contra o Estado Islâmico.

6. De acordo com a agência Sputnik, na Síria, os A-50U forneceram informações de vital importância e coordenaram ataques terrestres a uma distância de mais de 300 quilômetros. Além disso, o avião foi usado para coletar informações sobre as atividades das forças aéreas da coalizão liderada pelos Estados Unidos.

7. Segundo o jornal russo Kommersant, em 11 de abril, os A-50 acompanharam pelo Mediterrâneo, próximo da Síria, a passagem do destróier dos EUA Donald Cook (que pode lançar mísseis de cruzeiro Tomahawk).

8. O Ministério da Defesa pretende substituir as aeronaves A-50 pelo novo avião Bériev A-100 Premier, equipado com radares mais modernos projetados pelo consórcio Vega.


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