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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Ajuda humanitária dos EUA à Venezuela contém bens vencidos, diz embaixador

A ajuda humanitária que Washington pretendia enviar à Venezuela continha medicamentos fora de prazo e comida vencida, disse o embaixador venezuelano na Rússia, Carlos Rafael Faría Tortosa.


Sputnik

"É de acrescentar que os EUA estão nos enviando produtos que ninguém inspecionou. Fontes nos disseram que as caixas continham alimentos vencidos e medicamentos fora de prazo e inutilizáveis", disse Tortosa ao jornal russo Izvestia.


Caminhões da ajuda humanitária dos EUA escoltados pela polícia da Colômbia, perto de Cúcuta
© AP Photo / Fernando Vergara

O embaixador revelou que nenhuma organização responsável pela inspeção de caminhões com ajuda humanitária, incluindo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, inspecionou a ajuda humanitária americana.

Faría Tortosa sublinhou que a Venezuela não rejeitou ajuda humanitária estrangeira em geral. Por exemplo, ela aceitou sete toneladas de medicamentos da Rússia porque o governo venezuelano está certo que essa ajuda foi prestada sinceramente, sem nenhumas "armadilhas".

No sábado, a oposição venezuelana tentou fazer entrar na Venezuela, a partir do Brasil e da Colômbia, a chamada ajuda humanitária que inclui medicamentos e alimentos dos EUA e outros países. As autoridades venezuelanas rejeitaram as entregas de ajuda patrocinada pelos EUA e afirmou que as declarações sobre a crise humanitária se destinam a justificar a invasão da Venezuela.

A crise na Venezuela se agravou em 23 de janeiro, quando o líder da oposição, Juan Guaidó, se declarou presidente interino. Ele foi quase imediatamente reconhecido pelos Estados Unidos e alguns outros países.

Rússia, China e México, entre outras nações, manifestaram seu apoio a Maduro, que por sua vez acusa Washington de tentar orquestrar um golpe.

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