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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Apelos dos EUA para 'ofensiva' contra Rússia podem levar a guerra nuclear, diz senador

O almirante norte-americano apelou a Washington para uma "ofensiva" contra a Rússia e China. O senador russo Oleg Morozov declarou à Sputnik que tais apelos podem levar ao uso de armas nucleares.


Sputnik

Durante uma conferência do Conselho Atlântico, o chefe das operações navais dos EUA, almirante John Richardson, acusou a Rússia de bloquear o mar de Azov e de reforçar a sua presença militar e naval no Mediterrâneo Oriental. Richardson afirmou que, para os EUA, "chegou a hora de atacar primeiro", segundo a edição Business Insider.


Navios militares dos EUA, USS Bonhomme Richard (primeiro de baixo), e USS Boxer (segundo de cima),  participam de exercícios navais com grupo de pronta-resposta da Unidade Anfíbia da Coreia do Sul, em Ssang Yong, 8 de março de 2016
© REUTERS / U.S. Marine Corps/Cpl. Darien J. Bjornda

"'Pressionar', 'atacar primeiro' significa de fato uma guerra, para mais sem razões visíveis, já que, no contexto da atividade militar dos EUA e da OTAN, as nossas ações parecem uma defesa mínima", declarou o senador russo Oleg Morozov, acrescentando que "qualquer conflito local entre os EUA e a Rússia pode levar ao uso de armas nucleares e a uma grande guerra".

Segundo Morozov, tais declarações poderiam ser chamadas de "delírio de um louco", se não levarmos em consideração o sentido.

O senador espera que esses apelos não sejam ouvidos pelos que têm acesso às armas nucleares nos EUA, já que não se pode brincar com vidas humanas.

Um outro senador russo, Franz Klintsevich, aconselhou os EUA a se esquecerem do mar de Azov, visto que os EUA "não têm tal peça no seu arsenal", se usarmos os termos do xadrez.

"Nós vivemos em uma casa frágil e qualquer passo aventureiro, irresponsável, para a sua reconstrução e mudança do balanço de forças pode causar consequências graves à própria casa", assinalou Klintsevich, acrescentando que é muito estranho ouvir tais declarações de um militar de alto escalão no ativo, que deve avaliar o perigo de tais ações.

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