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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Áustria declara apoio a Guaidó como presidente da Venezuela

O chanceler da Áustria afirmou que conversou com o líder da oposição venezuelana Juan Guaidó e prepara-se a compor o time de várias outras nações da União Europeia que reconhecem Guaidó como presidente interino.


Sputnik

Países europeus como Alemanha, França, Espanha e Grã-Bretanha deram ao governo do presidente Nicolás Maduro um ultimato de oito dias para convocar novas eleições presidenciais.


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Sebastian Kurz | Reprodução

O prazo termina neste domingo e, caso um novo pleito não seja convocado, os países irão adotar a mesma postura dos Estados Unidos — que reconhecem Guaidó como presidente interino.

O chanceler austríaco, Sebastian Kurz, escreveu no Twitter que teve "um ótimo telefonema com o presidente @jguaido [Juan Guaidó]" e disse: "Ele tem todo o nosso apoio para restaurar a democracia".

Kurz acrescentou que "Se Maduro não responder à convocação da UE para eleições presidenciais livres e justas, nós reconheceremos e apoiaremos Juan Guaidó como presidente interino."

A União Européia diz que um recém-formado "Grupo de Contato Internacional" de países europeus e latino-americanos realizará sua primeira reunião no Uruguai na quinta-feira para tratar da crise na Venezuela.

Uma declaração conjunta da chefe da política externa da UE, Federica Mogherini, e do presidente uruguaio, Tabaré Vazquez, afirmou que a reunião em Montevidéu será realizada em nível ministerial.

O grupo inclui a UE e oito de seus países membros — França, Alemanha, Itália, Holanda, Portugal, Espanha, Suécia e Grã-Bretanha — além de países da América Latina como Bolívia, Costa Rica, Equador e Uruguai.

Seu objetivo declarado é "contribuir para criar condições para um processo político e pacífico emergir, permitindo que os venezuelanos determinem seu próprio futuro" através de eleições livres e confiáveis.

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