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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

'Bola jogada entre China, EUA, Rússia': política alemã defende criação de exército europeu

Annegret Kramp-Karrenbauer, a sucessora de Angela Merkel na União Democrata-Cristã da Alemanha (CDU), afirmou durante seu primeiro discurso em Bruxelas como líder do partido que a UE deve criar um exército europeu.


Sputnik

De acordo com a política, citada pela edição Financial Times, a criação de um exército europeu paralelamente às forças nacionais seria um passo lógico, "se não quisermos ser bola jogada entre a Rússia e os EUA, e a China e os EUA".


Forças Armadas da Alemanha (foto de arquivo)
Militares alemães © AFP 2018 / John MacDougall

Kramp-Karrenbauer comentou ainda a questão da imigração ilegal, qualificando-a como "um dos maiores desafios do continente europeu por décadas", e pediu o reforço de controle das fronteiras externas da UE, que, de acordo com ela, é essencial para a sobrevivência do espaço Schengen.

"Temos que ter uma resposta comum e isso também deve estar no centro da campanha eleitoral europeia", afirmou.

A política defendeu a ideia apoiada pela chanceler alemã, Angela Merkel, e pelo presidente francês, Emmanuel Macron, de criação de um exército europeu conjunto, que eles esperam se tornar parte de uma estrutura de segurança transatlântica mais ampla. No início de novembro de 2018, Macron pediu a criação do que ele considera um "verdadeiro exército europeu", destinado a proteger os interesses da união; a ideia foi apoiada por Merkel.

No entanto, a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, rejeitou a ideia em novembro, assim como o secretário-geral da OTAN Jens Stoltenberg, que alertou que os esforços da UE não deveriam competir com a aliança, que ele chamou de base da segurança europeia.

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